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Ficha de Reclamação para Semideuses e Sistema de Legados.
Ficha de Coorte.





















Seis meses se passaram desde que "o acontecimento" perturbou a paz do Acampamento Júpiter. Um titã invadiu o lugar até antes chamado “seguro”, trazendo consigo uma série de acontecimentos de cunho inferior, porém de grande importância também. Campistas e mais campistas haviam sumido, e uma única hipótese cunhava as ideias dos pretores: eles haviam se aliado a Saturno. As notícias não eram boas... Fillipo já não dormia direito havia quase um mês. A preocupação o assaltava durante o dia, os pesadelos vinham durante a noite. O receio de não ser um bom líder e a ansiedade pelo que estava por vir eram constantes companheiros. Martin, seu namorado centurião e fiel escudeiro, o ajudava com planos de batalha e pesquisava feitiços e encantamentos incansavelmente... Julianne parecia um pouco avulsa a tudo. Mais dura, mais rígida e ao mesmo tempo mais sentimental, parecia não ter superado o fato de que seu ex-namorado Brandon ter mudado de lado, em favor dos titãs. A pretora talvez achasse que havia esperança para ele. Um sentimento tão profundo que talvez nem ela mesma soubesse, a despeito de ser uma filha de Vênus. Os treinos haviam sido dobrados... E os centuriões passavam a exigir mais dos campistas de sua Coorte. O ritmo era acelerado, mas depois de meio ano passado, todos já haviam se acostumado. Filhos de deuses ligados à magia – como Mercúrio, Trivia e Angita – e que tivessem determinadas habilidades eram reunidos praticamente todos os dias para juntos encontrarem defesas e ataques mágicos que fossem eficientes. Aqueles que podiam ver o futuro, o passado e o presente, em especial o Áugure, tentavam interpretar suas visões. A alegria da nomeação dos pretores e as festividades que ocorriam quase sempre pareceu esmorecer de repente. Já não se viam pessoas rindo nas ruas. Estas mesmas pessoas estavam com armas e artefatos, treinando suas capacidades físicas, treinando seus poderes... Treinando... Casais eram vistos sempre juntos, como se não tivessem tempo a perder com a guerra iminente. Em Nova Roma, a transformação era ainda maior que no Acampamento Júpiter. A cidade todos os dias acordava cedo e todos os ex-legionários eram chamados aos treinos diários. Centuriões estavam exigindo que mesmo aqueles que fossem muito jovens ou muito idosos treinassem três vezes por semana, para o caso de precisarem. Os romanos não reclamavam. Pelo contrário, se empenhavam para defender seu amado lar. Mas nenhuma mudança era maior do que a expressão das pessoas. Enquanto os prédios se mantinham no lugar, a arquitetura magnífica se mantinha e a cidade se preparava para a batalha, as pessoas se preparavam inconscientemente para perder muitos de seus amigos e familiares, mesmo com a vitória. A batalha não seria simples e os semideuses e legados sabiam muito bem disso. Um sorriso era algo incrivelmente raro de se ver. Entre os legionários, olheiras e cansaço eram visíveis e tangíveis o tempo todo. Aqueles que tinham habilidades singulares eram vistos ainda mais acabados, exauridos de suas forças para controlar cada vez mais seus poderes. Por vezes, os pretores davam a ordem de convocar a Fulminata no meio da madrugada para um simulação surpresa. “É necessário estar preparado para tudo.” Era a declaração deles. Os legionários sonolentos concordavam e treinavam. Logo a maioria estava se acostumando a dormir pouco para recuperar a energia. Aqueles que possuíam talento com ervas vendiam energéticos a preços altos, e o estoque se esgotava rapidamente. Até mesmo alguns centuriões aderiram às compras massivas de energéticos. Certas pessoas ganhavam dinheiro com a guerra. Nova Roma estava tensa com a guerra. Mas ainda assim, havia uma chama que não poderia ser apagada. Nova Roma tinha esperança. A XII Legião Fulminata sabia que tinha uma chance. Eram legionários, eram semideuses, eram legados. Eram romanos. E a chama que ardia em seu peito era a esperança...


















































O Camp Jupiter RPG é baseado na saga "Os Heróis do Olimpo", de Rick Riordan. O conteúdo vem em maior parte de Wikis tematizadas na saga citada; os sistemas, testes, fichas, concursos, e poderes & habilidades, são de autoria de R. Rinehardt (Júpiter), F. Segheto (Mercúrio) e J. Esteves (Vênus), co-fundadores do RPG. Plágio ou uso indevido das informações contidas neste RPG serão notificados à Forumeiros, que tomará as providências cabíveis.

Aproveitando este ensejo, agradecemos a todos que colaboraram e colaboram com o CJRPG, seja admnistrando, moderando ou apenas jogando conosco. O nosso muito obrigado!


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 Adventure: The Findings; Gêmeas Engels; México.

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Jasmine A. Engels
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MensagemAssunto: Adventure: The Findings; Gêmeas Engels; México.   Qui Maio 09, 2013 6:25 pm

Esta RP conta a história das gêmeas Engels: Julianne e Jasmine, o que as separou na infância e o motivo de se odiarem. As narrativas vão começar partindo de três anos atrás, quando Jasmine ainda não pertencia ao Acampamento Júpiter e Julianne era apenas legionária. O resto, o que levou à missão, só lendo.
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Julianne E. Burn
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MensagemAssunto: Re: Adventure: The Findings; Gêmeas Engels; México.   Qui Maio 09, 2013 6:48 pm


The Findings

VESTINDO ~ http://www.polyvore.com/cgi/set?id=81620260 ~





Acampamento Júpiter, Califórnia - EUA


No visor do meu celular li apenas “URGENCIA” como assunto da mensagem, e logo abaixo, em letras menores, “Will”. Não preciso comentar da dificuldade que tive em ler o que aquelas poucas letras formavam, devido à dislexia, e meu coração começou a compassar de forma diferente ao ler aquilo. Mil coisas também passaram por minha cabeça, coisas leves e coisas graves, para tal assunto dado à mensagem, mas nada diminuía minha preocupação com minha família.

Nem todos sabiam de meu passado no Acampamento Júpiter, mas o fato é que eu acabei me criando com uma família de ciganos callón no México, depois de fugir de um orfanato em Mexicali. Eu não tinha lembranças de meu passado anterior a isso, não sabia de minha família de sangue, lembrava-me apenas de estar numa casa sendo incendiada quando ainda pequena... Mas é apenas uma lembrança perdida e sem nexo algum. Disseram-me depois, no orfanato, que fui encontrada apenas com um colar com pingente de pentagrama - o qual sempre uso - e um documento de identidade parcialmente queimado, que servira apenas para identificar meu nome, minha naturalidade e o nome de meu pai. Julianne Engels; Ciudad de México; Guillermo Engels. Era o que eu sabia do meu passado.

Lembro-me ainda da noite em que fugi do orfanato, era uma pobre criança assustada e com medo das sombras da noite. No meio da escuridão, chamou-me atenção ao longe, bem ao longe, fora dos limites da cidade, uma fogueira e música que vinha daquela direção. Talvez eu não devesse, talvez não fosse seguro, mas minha criatividade infantil me conduziu ao local. Eram os ciganos dançando, comemorando não-sei-o-quê com muito divertimento, de modo que encantou meus olhos toda aquela luz, aquela magia e aquele mistério que eles passavam. Pedi à uma das mulheres mais velhas para passar pelo menos aquela noite com eles, e acabei passando o restante de minha vida. Tornei-me parte daquela família, tenho até tatuagens que fazem as vezes de laços sanguíneos, e também recebi o nome da família. Agora era Julianne Engels Burn.

Eu os amava como se tivesse nascido com eles e passado toda a minha vida com eles, eram realmente minha família. Apostaria também o que fosse que não encontraria uma família melhor.

E agora eles podiam estar em perigo ou algo assim, era o que a mensagem que recebi em meu celular me indicava. Apertei o botão entre as quatro setas de navegação e abri a mensagem, levando meia eternidade para decifrar o que cada conjunto de caracteres queria me dizer. Então acabei decifrando:

“Algo preocupante aconteceu. Venha com urgência para casa.”

Esqueci também de comentar, mas Will, este que me mandara a mensagem, era meu pai de consideração – apesar da pouquíssima diferença de idade entre nós. Se não fosse por ele, eu não estaria sob a proteção e o treinamento do Acampamento, pois foi ele quem me convenceu a me apresentar ao serviço de Roma. Ele já serviu Roma como legionário, aliás, também na II Coorte.

"O que aconteceu, exatamente, Will?", respondi a mensagem assim que me senti capaz, depois que o efeito de imaginar as piores coisas possíveis já havia passado. Ele mal me respondeu a mensagem, disse apenas que eu precisava ver do que se tratava. Aquilo me deixava ainda mais preocupada.

Falei imediatamente com os pretores daquela época, mostrei-lhes a mensagem que recebi e tentei explicar a situação no melhor que eu conseguia com as informações que tinha, e com a bênção da Legião, eles me deram a autorização para partir. Mas eu teria apenas cinco dias para resolver o que tivesse no México. A partir de então foi só questão de tempo para que eu pegasse minhas coisas e rumasse para a estação rodoviária. Ele não me dissera nada a respeito da tal situação de perigo que esteve sobre nossa família, me faria aguentar a curiosidade e a preocupação até chegarmos, pois ele insistia que eu precisava ver.... Agoniante. Independente de tudo, só tinha certeza de uma coisa: o que quer que tenha se metido com a minha família não sobreviverá para contar a história.



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Jasmine A. Engels
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MensagemAssunto: Re: Adventure: The Findings; Gêmeas Engels; México.   Qui Maio 16, 2013 11:31 pm

Findings: Os Ciganos

"Quem tem ódio a seu irmão está em trevas, e anda em trevas" (Vulgata)


Três dias antes


▬ Este é seu círculo de treinamento, Aimée - disse Jeán, o mestre e tutor da jovem morena, apontando com a ponta de seu florete a grande marca circular no chão. Ainda mais ao interior desta, haviam outros dois círculos de raio cada vez menor, até chegar ao terceiro e menor deles, onde estava Jasmine. ▬ Conforme você for melhorando, progredirá para um círculo maior. Preparada?

Jeán tinha um sotaque inconfundivelmente francês, e apesar de ser complicado se acostumar com isso, não deixava de ser agradável - ainda mais naquele timbre. Ele era filho de Vênus, mas não que Jasmine soubesse disso naquela época. Após um incêndio que destruiu a casa e acabou com a família de Aimée, o francês a encontrou perdida em alguma praça da Ciudad de México e se prontificou a cuidar dela. Mas houveram maiores intenções por detrás deste plano. Aimée estava sendo treinada por ele, o rapaz negado por sua família na França e que "oficializou" a carreira de ladino no México, e a moça lhe seria útil em suas missões peculiares.

A jovem, que estava com 13 anos na época, tinha um laço familiar com seu mestre (ou maître, como o chamava em francês) e sequer imaginaria que esse grau de familiaridade era por parte de uma deusa romana: Vênus. Ele disse após algum tempo que ter percebido este laço familiar quando a viu naquela praça o levou a tomá-la como pupila e protegida.

Jeán era o que se considerava um ladrão de categoria, pois nada lhe fugia das mãos, era alguém com talento furtivo. Era sagaz, esperto, aprendera a raciocinar rápido e tinha agilidade: os principais requisitos para quem quisesse ter algum tipo de sucesso nesse tipo de vida. Ele era requisitado, e é sabido que pessoas de status solicitavam seus serviços em forma de missões especiais que valiam um dinheiro que Jasmine jamais imaginou que existisse. E agora a menina tinha o mesmo caminho a ser seguido, e por isso o treinamento.

▬ Dois, três, um! Quatro, um, três! Corrija a altura do florete, Aimée! Dois, três, um! - Jasmine repetia incansavelmente aquela série de movimentos com a arma, e isso já fazia parte de uma rotina. Ela já estava há cerca de um ano passando pelo treinamento de Jeán - que não era nada fácil e sequer simples.

▬ Em guarda! - disse o tutor de repente, aproximando-se do círculo de treinamento em que Jasmine estava, empunhado seu florete e posicionando-se para lutar.

~


▬ Devo dizer: nada mal - ele disse, enquanto conduzia a ponta da lâmina do florete para cima, forçando Aimée a fazer o mesmo, estando o florete sob o seu queixo. ▬ É claro que, se eu a treinei, não estaria nada mal - ele completou, com sua habitual falta de modéstia. [color=#9CC8D1]▬ E é por isso que eu tenho uma missãozinha especial para você, Aimée. Se voltar com ela concluída, saberei que merece continuar aqui.

▬ Uma missão? Sem a sua companhia, tutor? - perguntou em tom apreensivo, já que jamais tinha feito alguma missão sem que estivesse com Jeán. Suas previsões para tal missão pioraram quando ele assentiu concordando com a afirmação. ▬ E que missão será essa?

Ele se afastou por um momento do círculo - do qual Aimée não saiu, pois teve que repetir todo o treinamento certa vez por ter saído sem a autorização de Jeán. Indo até a árvore que se sentara outrora, Jeán pegou o livro que estava folheando enquanto ditava a série do treinamento aos gritos, e então voltou com um sorriso nos lábios dirigindo-se à Jasmine.

▬ Um punhal niquelado consagrado, S.S. - ele dissera, com seriedade. ▬ Não faça essa cara. É um artigo cigano que você só conseguirá com os próprios. Será utilizado como moeda de troca com um cliente...

~


Pensar em ciganos fazia Aimée lembrar-se apenas da cigana do filme do corcunda de Notredame, mas sinceramente não imaginou que ainda existissem muitos acampamentos e pessoas que se vestissem com tal falta de discrição por aí. A certeza era que não encontraria um acampamento cigano com facilidade, e ela sequer imaginava por onde começar a pesquisar. E claro, seu mestre a deixara completamente sozinha naquela missão, o que para ele seria trabalho de apenas uma noite.

▬ Caramba, por onde eu começo? - a garota murmurou, enquanto folheava um jornal no escritório. ▬ Pense, Aimée...

A garota fora treinada não apenas fisicamente por Jeán, mas também intelectualmente: muitos estudos teóricos - considerando que Jasmine não estudou em escolas -, história, geografia, matemática e o que mais fosse considerado útil para a pupila, longos debates sobre teorias, estudos que custaram à garota boas noites não-dormidas. Então Jasmine retomou aqueles princípios no momento, e encarou o que aprendeu como "Lei da Dedução".

Primeiro, o que ela sabia sobre ciganos? Foi necessário recorrer a algumas pesquisas na internet, e também abrir um livro de História, e também uma dedicação de duas horas, mas foram suficientes para uma boa conclusão. Ciganos são nômades, e com esse pequeno ponto, Aimée já pôde supor que se não eram apegados sequer a uma terra, provavelmente não seriam a pessoas. Segunda coisa, eram de origem indiana e tinham um próprio idioma: o romani (o qual Jasmine gostaria de ceder algum tempo depois para conhecer). Aprofundando mais a pesquisa, soube que, após muitas migrações e separações de grupos, os que estavam na América Latina eram os ciganos "callón". Era um ponto a se começar. Também confirmou-se a fama de ladinos, e isso deu uma ideia muito útil para Jasmine.

▬ Se eu conseguir invadir a intranet da Polícia Civil de novo... Posso encontrar ocorrências que envolvam os ciganos...

Bingo! A última ocorrência registrada envolvendo ciganos fora dois anos antes, um desentendimento em praça pública em um evento dos ciganos. Parece que os envolvidos haviam exagerado na bebida alcóolica. O local disso fora na capital do estado mexicano da Baja California.

▬ Acho que agora sim eu tenho um destino - disse a garota, fitando sorridente a tela do computador.

~


Não, Jasmine não havia superado a acrofobia após a viagem de avião. Ela bem que havia pensado em um modo menos incômodo de viajar, mas imaginou que seu mestre tinha certa pressa em ter em mãos tal artigo que pediu. E também, documentos para viajar definitivamente não eram problema para a garota; provavelmente os motivos disso já são óbvios.

Ela gastou boa parte da tarde na tal praça na qual fora registrada a ocorrência no sistema da Polícia Civil, questionara algumas pessoas sobre eventos ciganos no local - passando-se por uma turista americana da Califórnia que estava de passagem por ali. Dera certo o suficiente, pois soube que no dia anterior - um dia que era sagrado para os ciganos - houvera uma cerimônia em uma outra praça da cidade. Ótimo sinal! Jasmine atirou no escuro quando se lançou à Baja California atrás dos ciganos, afinal, eles são nômades e a ocorrência que encontrara fora de dois anos antes. Talvez tenha sido realmente sorte.

Indo até a praça que lhe indicaram, encontrou dois meninos que, a julgar pelo modo como se vestiam, notou que eram ciganos. Eles estavam brincando na praça, às vezes paravam alguém que passava para importunar e pedir alguma moeda, mas eram ignorados e até levaram bronca de alguém. Notadamente, ciganos são difíceis de lidar. Quando começou a cair a noite e as crianças estavam voltando para casa, Jasmine os seguiu, com atenção e cautela, para descobrir a localização do acampamento cigano. Como suspeitou, não teria encontrado sozinha com muita facilidade.

A fogueira estava alta, moças dançavam ao redor dela ao som de violões e castanholas, um lugar com toda a definição possível de animação. Porém, Jasmine não se permitia nenhuma distração, mantinha o foco e a atenção às suas observações sobre o lugar todo.

Se mantivesse a mesma sorte tida até então, os ciganos estariam tão afetados pelas bebidas e pelo cansaço da noite após recolher-se, que a presença dela ou a falta de uma adaga futuramente não seriam nada demais. O ambiente estava tão descontraído que também ninguém notaria se alguém a mais aparecesse na festa por alguns momentos, se aproximasse de um dos altares e fosse embora poucos instantes após, mas notariam se alguém com roupas totalmente pretas fizesse isso - em contraste com as roupas coloridas e os dourados dos acessórios dos ciganos. Por esta razão, Jasmine aguardou que a animação toda tendesse a zero e a tranquilidade começasse a pairar sobre o local, que o sono e os indícios de ressaca se manifestassem para que ela pudesse agir rapidamente e ir embora.





Jasmine foi colocada em missão pelo seu tutor e levada a um acampamento cigano para roubar um item especial.
Em: 1 - Cidade do México; México. 2 - Mexicali, Baja California; México.

Thanks, Dricca - Terra de Ninguém
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Julianne E. Burn
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MensagemAssunto: Re: Adventure: The Findings; Gêmeas Engels; México.   Sex Maio 24, 2013 11:46 pm


The Findings

Why?
VESTINDO ~ http://www.polyvore.com/002/set?id=66894248#stream_box ~





A caminho de Mexicali




Minha ida até a rodoviária fora bem tranquila até então. Durante a primeira viagem, de táxi, tudo correu bem, e até simpatizei com o motorista - ele era fã da banda Estopa, então nossa conversa rendeu bastante, até ouvimos algumas músicas durante a viagem. Depois foi questão de esperar uns vinte minutos até a saída do meu ônibus, e depois de adentrá-lo, já me ajeitava para dormir durante as 4 horas de ligavam a rodoviária de São Francisco com a de Mexicali - mal incluindo as paradas que o ônibus faria. Não sei do que os outros legionários reclamavam quando saíam do Acampamento, pois eu estava sossegada. Mas logo conto como estava errada.

Há um orfanato em um bairro popular de Mexicali, chamado Santa Luzia, e cheguei a passar um ou dois anos por lá, depois daquele incêndio, e é mais ou menos a partir dessa estadia que minhas memórias começam. É um péssimo jeito de começar um filme da minha vida, e posso começar a comentar disso se falar da diretora do orfanato antes. Sabe aquele filme da babá Nanny Mc Phee? Bem, para começar, a diretora era quase igual a ela em aparência e no péssimo modo de se vestir. E muito avessa ao modo de Nanny lidar com as crianças. A diretora Ann era uma bruxa, só faltando o caldeirão e a vassoura. E para completar, ela tinha uma implicância comigo, como se já não bastasse no lugar umas meninas desgrenhadas e metidas a valentonas para eu suportar. Não exagero ao dizer que a diretora Ann, numa versão malvada da Nanny Mc Phee, esteve nos meus pesadelos até os 11 anos.

Mas agora, por favor, eu já estava crescida e enfrentava pesadelos na vida real bem piores depois de saber que sou uma semideusa - e legado também. Ao menos era isso que eu pensava até uma das últimas paradas do ônibus antes de chegar à capital da Baja California, quando ele freou sem sutileza e me acordou. Bem, eu estava com fome, e resolvi descer com os demais passageiros para comprar um lanche. Eu estava sentada bem na frente, e tinha que percorrer o ônibus inteiro para descer, e nisso eu me vi nos meus pesadelos de 11 anos outra vez. Sim, a diretora Ann, sentada à janela de um dos bancos na metade do ônibus. Eu paralisei por uns instantes antes de continuar andando, até que ela me encarou. Uma outra passageira pediu licença, então eu felizmente tinha uma ótima desculpa para sair logo dali.

"Dane-se ela, o que ela pode fazer agora que não estou mais no orfanato? Desconsiderando o fato de que eu fugi e ainda tenho idade para voltar", notava-se que minha tentativa de me acalmar estava dando muito errado? Bem, notei isso quando fui abrir a embalagem de salgadinho e tudo caiu no chão. Certo, ser desastrada era só mais um dos meus charmes, mas fora resultado do nervosismo. Sabe como piorava? Acho que já fiz essa pergunta, mas dessa vez a resposta era a diretora indo ao meu encontro na lancheria. Eu deveria pegar o celular e fingir que estava atendendo uma ligação? Boa ideia, agora, onde está meu celular?

▬ Olá, menina - droga, demorei demais para encontrar o aparelho. ▬ Senti sua falta no orfanato quando de repente você sumiu. Você estaria voltando agora messsmo, se não fosse essa sua marca no braço.

Instintivamente, cobri a marca da legião com a manga do casaco, pois é algo que realmente acho que chama uma atenção indevida fora do acampamento. Em um primeiro instante, não soube como responder, pois eu realmente estava em déficit com o sistema do orfanato, mas fitando-a melhor, acabei por pensar... "Qual foi a desse 's' prolongado?"

▬ Voltei a morar com a minha família, D. Ann, caso a senhora não tenha sido informada - menti, pois ela sabia tanto quanto eu sobre meu verdadeiro passado: nada. Qualquer coisa que a fizesse falar novamente (embora eu detestasse sua voz), só para ver se ouviria aquele 's' de novo e... é, adeus névoa. Foi o que temi.

Tudo foi uma fração de segundos, desde o momento em que percebi a sua real forma como dracaenae e até o momento em que ela me empurrou contra o vidro da lancheria - que se estilhaçou como resultado de sua força, e ainda quando caí, muitos arranhões nos braços por causa disso. ▬ Se a senhora de sente melhor, D. Ann, sua forma real é menos feia. Será que isso ao menos justifica a voz irritante e o fedor.

Desembainhei minhas adagas gêmeas, mal tendo levantado ainda, enquanto a "bengala" que ela carregava se transformava em um machado de cabo longo e lâmina dupla. Era questão de saber como atacar em meio aquelas desproporcionalidades, e daria trabalho aprender logo agora. Deu tempo de ativar meu bracelete-escudo para me defender de um de seus ataques, e se não tivesse dado tempo, eu teria perdido um braço. Enquanto ela continuava a aplicar força em minha direção, como se tentasse partir meu escudo com a sua arma, virei-o para a minha direita enquanto o deslizava, num movimento rápido o suficiente para fazê-la cambalear para frente. Eram os poucos segundos que eu precisava, só precisava me impulsionar da maneira certa para pular e perfurar à altura de seu pescoço com uma das minhas adagas.

Se deu certo? Quase, o resultado foi um pouco diferente do que eu esperava, porque não consegui soltar a adaga em tempo, mas pelo contrário, ela desceu ainda cortando a dracaenae até a altura do diafragma. A má notícia era que aquilo, para a réptil big size, foi apenas um arranhão. Apenas um filete de sangue pareceu se manifestar ali, então talvez eu tivesse uma brecha.

A monstra, de alguma forma rápida, girou o cabo de sua arma na mão - e não imagino a dificuldade que teria nisso, dada a sua força - e atingiu minha cabeça com o outro lado do cabo, fazendo-me cair no chão no mesmo instante. Aquilo poderia ter causado uma concussão, mas deixou-me bastante atordoada e com a cabeça latejando após o golpe.

Ferium! - disse lançando o feitiço contra ela, antes que se aproximasse novamente. Mas não fui tola, procurei atingi-la com o raio exatamente onde já havia lhe causado um corte. Foi eficiente o bastante para fazer ela virar pó, e eficiente o bastante também para acertar o carburador do ônibus.

Pedidos de desculpas depois, pois além do forte golpe na cabeça, eu havia gastado energia com um feitiço. A inconsciência era muito chamativa naquele momento...

______________________________


"Muito bem, Julianne, você merece os parabéns", dizia a mim mesma enquanto caminhava pelo acostamento da auto-estrada. Talvez eu devesse me sentir mal porque a antiga diretora do orfanato de Mexicali - o qual tive o desprazer de viver por dois anos - havia virado pó graças a mim. Sendo sincera, foi uma das melhores coisas que eu fiz, e ainda podia me justificar dizendo que era uma dracaenae e que tinha me atacado. Só que o preço disso foi estourar o tanque de combustível do ônibus. O motorista vai ficar muito irado ao ver esse pequeno dano.

A mim, o que restou? Bem, pelos meus cálculos - suspeitos -, eu estava a menos de cinco quilômetros de Mexicali, e como o ônibus não ia sair do lugar tão cedo mesmo e eu tinha pressa, não vi mal algum em caminhar um pouco.

Pior que isso não podia ficar, mas então quer saber como pôde ficar melhor? Bem, eu e o Will temos dois cavalos, são meio-andaluzes e meio-raça indefinida, os quais ele conseguiu em uma missão por seu pai, Baco. O interessante dos cavalos é que possuem uma pelagem em um tom que lembra a cor do vinho, e isso deu o nome do meu cavalo, Wein. Eles costumam ficar na periferia de Mexicali, onde a cidade é mais rural, numa fazenda-veterinária. Eu nunca fui até o lugar sozinha para buscá-los, mas e se eu tivesse sorte o suficiente para estar perto dela? Normalmente eu não contaria com isso nem que a vaca tussa, mas hoje a sorte se enganou e resolveu me agraciar. Passada uma curva, vi o pórtico de entrada daquela fazenda, e então me apressei em ir até lá, nunca senti tanta falta de Wein como estando a três quilômetros de Mexicali depois de estragar um ônibus.

______________________________


▬ É impressão minha ou você engordou? Poxa, não fez mais exercícios depois que eu fui para a Califórnia, ou andam sendo muito puxa-sacos na fazenda? - indaguei inclinada para a frente na cela, enquanto tirava mechas da crina de Wein de sobre seus olhos. Ele apenas relinchou em resposta, o que quer que significasse isso. ▬ Ah, não importa, continua lindo - disse num riso agradável, e fazendo-lhe uma carícia atrás da sua orelha. Ele a agitou por duas vezes, o que me fez rir mais.

Existem pequenas coisas que são essenciais para a nossa felicidade, seja um simples hábito, seja uma manhã de sol ou a brisa agradável de fim de tarde, a simples mania de alguém ou a maneira como esse alguém sorri. Cavalgar com Wein era uma dessas pequenas coisas que significam felicidade para mim, e reexperimentar algo assim fez doer ainda mais a saudade de Mexicali e da minha família. Quando era hábito corrermos todo o perímetro da fazenda em apostas bobas, sendo que a maior recompensa era ter o vendo agitando os fios de meu cabelo ao som das nossas risadas. Isso sim era felicidade completa.

Wein me levou direto para o acampamento dos ciganos, de volta para casa. Era habitual que nossa localização fosse diferente após intervalos de tempo, mas nunca se torna inviável para um cigano achar o acampamento. Alguns dizem que basta a intuição, eu digo que basta ter ouvidos atentos para música, e de quebra, um cavalo que sabia me levar sem erros. Realmente, um bom tempo já havia passado para que a localização do nosso acampamento tivesse mudado novamente.

▬ Meu bom menino - disse após descer da cela, envolvendo o pescoço de Wein com um braço e acariciando-o com a outra mão. Desprendi minha mochila da cela e me aproximava do Acampamento, onde já às 18h a fogueira estava começando a queimar no centro. Dei um beijo próximo a testa do meu andaluz e fui ao encontro da minha família, após... não sei nem quantos meses.

_____________________________


▬ Julianne! - ouvi uma voz familiar chamar, e virei-me com um sorriso nos lábios para atender ao chamado. Era David, um garoto de uns 12 anos que também deixou um orfanato pela vida cigana. Eu havia me apegado bastante ao garoto, como uma irmã mais velha, e tive a satisfação de ajudar o garoto com muitas coisas de sua vida, como lidar com a perda de sua família biológica e encontrar nos ciganos uma família como a que ele nunca teve.

Ele dizia ver em mim um exemplo para ele, e isso me motivava a sempre tentar ser o melhor possível para que ele também o fosse. Bem, e agora o garoto avançava com uma das adagas consagradas para cima de mim. É sério. ▬ Traidora, como você pôde? - ele disse, enquanto eu me desvencilhei do seu ataque e ele quase tropicava em direção ao chão.

▬ Do que você está falando, menino? - disse exasperada, enquanto sacava uma das minhas adagas para me defender de seus ataques. E pensar que antes de eu ir para o Acampamento Júpiter e ser treinada aquele menino era melhor manipulando adagas do que eu. Sempre que faltavam adagas nos altares ciganos, a culpa era dele.

▬ David, pare! - ouvi aquela voz paternalmente familiar interceder. ▬ Nossa Julianne é inocente, mas isso não se refere a você. Vá para sua casa.

Imagine um cão de raça tradicionalmente feroz, mas que tem o dever de ser obediente ao dono. Agora imagine quando este cão, orgulhoso por natureza, é duramente repreendido por seu dono diante de outros e tenha certeza que seu ego foi afetado na única escolha de engolir a prepotência e baixar a cabeça. Foi essa a reação de David, jamais encontraria uma comparação melhor. Ele apenas baixou o olhar irritado sem conseguir dar qualquer resposta, para então ir embora.

Levei o olhar a Will, que agora se aproximava com uma expressão preocupada no rosto. Todos tinham o imenso respeito por ele, primeiramente por descender da "nobreza" dos ciganos - apesar de não ter nenhuma ligação com a magia,como os demais, que têm alguma ligação com Trivia (que tem outro nome para nós, ciganos). E em segundo lugar, porque sempre se fez merecedor de respeito em sua posição.

▬ Will! - disse já avançando para lhe abraçar. Eu já não tinha mais uma perfeita noção de tempo, mas me parecia que muito já havia se passado desde que estive em nosso acampamento pela última vez, parecia que as árvores em Mexicali já estavam descascando e que as crianças já tinham que tratar de faculdade. Minha saudade da família já era imensa, principalmente de Will.

Em um primeiro instante ele hesitou antes de retribuir, e antes disso, ainda pareceu haver desconfiança dele quanto minha chegada. ▬ É bom que esteja aqui, Juh - ele murmurou afagando meus cabelos e apoiando sua cabeça sobre a minha ao me abraçar. ▬ Por um segundo tive medo que não fosse você.

▬ Como poderia não ser eu?

Ele mordiscou o lábio inferior antes de me dar uma resposta, e aquela sua mania foi suficiente para me dar nos nervos e fez percorrer por mim um arrepio de preocupação. ▬ É melhor você vir comigo.

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Jasmine A. Engels
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MensagemAssunto: Re: Adventure: The Findings; Gêmeas Engels; México.   Sex Nov 15, 2013 8:31 pm

The Findings


Matured for years and imported...




A ricina é algo bastante interessante: é capaz de acabar coma vida de qualquer pessoa em questão de horas, é relativamente fácil de se obter e difícil de tratar. Claro que sementes de mamona, de onde essa substância é extraída, não é vendida abertamente em fruteiras por aí devido à sua periculosidade, mas pelos lugares de Jasmine teve de passar até chegar ao acampamento cigano, teve a oportunidade perfeita de encontrar aqueles frutos e guardar para si aquele veneno. Não que pretendesse usar, mas se alguém se pudesse em seu caminho, não teria dó em infectá-la.

Enquanto o auge da festa dos ciganos passava e o sono ia se apoderando de tão vigorosas almas, Jasmine preparou-se da sua tocaia. Para começar, usou um tecido para cobrir o nariz e a boca, pois já havia achado insuportável o odor dos incensos espalhados pelo acampamento, e se viese a usar a ricina, ela também é capaz de contaminar por inalação. Para prevenir qualquer incidente, optou por proteger-se com um pedaço de tecido sobre o rosto.

Ela já havia visualizado o altar cigano do qual teria que roubar aquele item diversas vezes, tivera várias oportunidades naquela noite de entender como funcionavam as coisas ali. Era questão de esperar só mais um pouquinho, e não deixar sono abatê-la. Talvez ela já estivesse comendo a quarta ou quinta maçã para manter-se acordada, aproveitando-se do fato de seus componentes terem um efeito tão eficaz quanto cafeína.

~


A última e maior fogueira estava se apagando, e os itens do altar sendo guardados em uma das casinhas simples como uma cabana, provavelmente o lar do responsável por aquele grupo de ciganos. Jasmine começou a se mover de onde estava, com a sutileza de andar de um felino, a atenção de um predador noturno. Caminhava em direção às árvores mais próximas daquela casinha, para tentar enxergar onde a faca de ouro e cristais seria guardada. Jasmine observou que teria de ter cuidado em dobro ao entrar naquela casa, pois por ser pequena e de madeira, seria fácil fazer barulhos altos o bastante para acordar o habitante daquele lugar. Ao menos esta pessoa dormiria pouco após deitar a cabeça no travesseiro, já que a festa dos ciganos havia se estendido por um bom período da madrugada. "Como que ninguém reclamou do barulho?", Jasmine se perguntara, pois achou algo realmente improvável a música alta persistir por tanto tempo sem que incomodasse quem quer que residisse por perto.

Ela observou atentamente quando um jovem adentrou a casinha, ao terminar de guardar as coisas, e despedir-se dos que também ficaram por último. Se os ciganos são tão próximos e unidos, o que levaria aquele jovem a ser desconfiado dos demais a ponto de fechar as janelas de sua casa apesar do calor? "Insetos? Ah, droga"[/b][/color]. Pensar naquela possibilidade fez a pele de Jasmine pinicar no mesmo instante e sentir-se agitada por estar naquela relva há tanto tempo por aquela missão... Era bom que valesse a pena.

~


Havia se passado exatamente uma hora, Jasmine constatara pelas estrelas. Já deviam ser quatro horas da manhã, quase cinco. Já era passada a hora de agir. A garota arrumara a ricina em um dardo, sua adaga presa firmemente à sua cintura, arrumara cada detalhe de sua roupa escura que pudesse fazer qualquer ruído extravagante para o silêncio paupável da noite, e ajustou o tecido sobre seu nariz e sua boca.

Não pense que mesmo com a porta trancada e as janelas fechadas Jasmine teve alguma dificuldade para adentrar a casinha. Na verdade, foi questão de ter a mão um pedaço de arame modelado previamente para ir se ajustando à fechadura, um tecido espesso para abafar o ruído da fechadura, e um óleo que evitasse que a porta rangesse. Jasmine optou pelo clássico, pois não queria arriscar as janelas, sem conhecer o interior da casa antes, poderia cair em cima de qualquer coisa que fizesse um estardalhaço e arruinasse tudo. O tecido que deixou em mãos para abafar o ruído da fechadura, usou para travar a porta até a fresta necessária para ela passar. Seria rápido e simples, ela jpa havia visto através da janela que o item que bsucava estava em algum lugar pela sala de estar mesmo, sobre alguma mesa ou algo simples.

Ela não demoraria nada para encontrá-la e ir embora, deixando tudo como estava, sem indícios de sua presença. Mas de repente as luzes se acenderam.

"Eu sabia que não estávamos sozinhos! Sabe, quase não vi você, Julianne..."






Perdão pelo post terrível, maninha, minha criatividade realmente estava em falta e eu não queria deixá-la esperando nem mais um dia.

Thanks, Dricca - Terra de Ninguém
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MensagemAssunto: Re: Adventure: The Findings; Gêmeas Engels; México.   

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