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Ficha de Reclamação para Semideuses e Sistema de Legados.
Ficha de Coorte.





















Seis meses se passaram desde que "o acontecimento" perturbou a paz do Acampamento Júpiter. Um titã invadiu o lugar até antes chamado “seguro”, trazendo consigo uma série de acontecimentos de cunho inferior, porém de grande importância também. Campistas e mais campistas haviam sumido, e uma única hipótese cunhava as ideias dos pretores: eles haviam se aliado a Saturno. As notícias não eram boas... Fillipo já não dormia direito havia quase um mês. A preocupação o assaltava durante o dia, os pesadelos vinham durante a noite. O receio de não ser um bom líder e a ansiedade pelo que estava por vir eram constantes companheiros. Martin, seu namorado centurião e fiel escudeiro, o ajudava com planos de batalha e pesquisava feitiços e encantamentos incansavelmente... Julianne parecia um pouco avulsa a tudo. Mais dura, mais rígida e ao mesmo tempo mais sentimental, parecia não ter superado o fato de que seu ex-namorado Brandon ter mudado de lado, em favor dos titãs. A pretora talvez achasse que havia esperança para ele. Um sentimento tão profundo que talvez nem ela mesma soubesse, a despeito de ser uma filha de Vênus. Os treinos haviam sido dobrados... E os centuriões passavam a exigir mais dos campistas de sua Coorte. O ritmo era acelerado, mas depois de meio ano passado, todos já haviam se acostumado. Filhos de deuses ligados à magia – como Mercúrio, Trivia e Angita – e que tivessem determinadas habilidades eram reunidos praticamente todos os dias para juntos encontrarem defesas e ataques mágicos que fossem eficientes. Aqueles que podiam ver o futuro, o passado e o presente, em especial o Áugure, tentavam interpretar suas visões. A alegria da nomeação dos pretores e as festividades que ocorriam quase sempre pareceu esmorecer de repente. Já não se viam pessoas rindo nas ruas. Estas mesmas pessoas estavam com armas e artefatos, treinando suas capacidades físicas, treinando seus poderes... Treinando... Casais eram vistos sempre juntos, como se não tivessem tempo a perder com a guerra iminente. Em Nova Roma, a transformação era ainda maior que no Acampamento Júpiter. A cidade todos os dias acordava cedo e todos os ex-legionários eram chamados aos treinos diários. Centuriões estavam exigindo que mesmo aqueles que fossem muito jovens ou muito idosos treinassem três vezes por semana, para o caso de precisarem. Os romanos não reclamavam. Pelo contrário, se empenhavam para defender seu amado lar. Mas nenhuma mudança era maior do que a expressão das pessoas. Enquanto os prédios se mantinham no lugar, a arquitetura magnífica se mantinha e a cidade se preparava para a batalha, as pessoas se preparavam inconscientemente para perder muitos de seus amigos e familiares, mesmo com a vitória. A batalha não seria simples e os semideuses e legados sabiam muito bem disso. Um sorriso era algo incrivelmente raro de se ver. Entre os legionários, olheiras e cansaço eram visíveis e tangíveis o tempo todo. Aqueles que tinham habilidades singulares eram vistos ainda mais acabados, exauridos de suas forças para controlar cada vez mais seus poderes. Por vezes, os pretores davam a ordem de convocar a Fulminata no meio da madrugada para um simulação surpresa. “É necessário estar preparado para tudo.” Era a declaração deles. Os legionários sonolentos concordavam e treinavam. Logo a maioria estava se acostumando a dormir pouco para recuperar a energia. Aqueles que possuíam talento com ervas vendiam energéticos a preços altos, e o estoque se esgotava rapidamente. Até mesmo alguns centuriões aderiram às compras massivas de energéticos. Certas pessoas ganhavam dinheiro com a guerra. Nova Roma estava tensa com a guerra. Mas ainda assim, havia uma chama que não poderia ser apagada. Nova Roma tinha esperança. A XII Legião Fulminata sabia que tinha uma chance. Eram legionários, eram semideuses, eram legados. Eram romanos. E a chama que ardia em seu peito era a esperança...


















































O Camp Jupiter RPG é baseado na saga "Os Heróis do Olimpo", de Rick Riordan. O conteúdo vem em maior parte de Wikis tematizadas na saga citada; os sistemas, testes, fichas, concursos, e poderes & habilidades, são de autoria de R. Rinehardt (Júpiter), F. Segheto (Mercúrio) e J. Esteves (Vênus), co-fundadores do RPG. Plágio ou uso indevido das informações contidas neste RPG serão notificados à Forumeiros, que tomará as providências cabíveis.

Aproveitando este ensejo, agradecemos a todos que colaboraram e colaboram com o CJRPG, seja admnistrando, moderando ou apenas jogando conosco. O nosso muito obrigado!


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 Let It Snow [Missão Dinâmica] - Bridget A. Pervensie

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MensagemAssunto: Let It Snow [Missão Dinâmica] - Bridget A. Pervensie   Ter Mar 26, 2013 1:52 pm

Let It Snow
Quebec
Canadá
[#001]
Tudo estava ficando mais frio em Quebec. Os espíritos da natureza no Canadá pediram ajuda ao Acampamento Júpiter que, depois de consultar os augúrios, decidiu enviar alguém para investigar. Bridget Adele Pervensie foi escolhida pelos centuriões, uma vez que ela falava Francês fluentemente e suas habilidades (tanto divinas quanto de combate) eram notáveis. A filha de Vênus deveria preparar suas coisas. Tinha apenas doze horas para chegar a Quebec e se encontrar com um informante. Ao embarcar no avião (depois de convencer os funcionários do aeroporto a deixarem-na comprar uma passagem e embarcar de última hora), a menina se lembrou que nenhum dos seus superiores lhe dissera quem deveria encontrar ao chegar na cidade. E o pior, lá em cima, estava incomunicável. O jeito era esperar o que Fortuna lhe reservava.



Regras
• O post inicial deve conter o recebimento da missão dos pretores e sua chegada em Quebec, além da procura por seu informante.
• A participante poderá carregar consigo apenas duas armas e dois itens (detalhes podem ser discutidos com o narrador, Mercúrio).
• Poderes e Equipamento em Spoiler, Code ou outro tipo de destaque.
• Gramática, ortografia, coerência e coesão são essenciais.
• A postagem deverá ser bem escrita, de maneira a envolver o leitor, e interpretando o personagem, afinal, é disso que se trata RPG.
• Prazo de 72h para postagem.
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MensagemAssunto: Re: Let It Snow [Missão Dinâmica] - Bridget A. Pervensie   Qui Mar 28, 2013 1:15 pm


I don't believe that anybody Feels the way I do about you now

O acampamento estava calmo naquele dia, calmo até demais, o que era realmente estranho para um dia em que teríamos os jogos de guerra. Provavelmente as coortes e seus membros deveriam estar reunidos bolando estratégias para vencerem hoje. Mesmo que a minha própria coorte estivesse fazendo isso, seria uma grande perda de tempo eu ir lá, primeiro porque eu havia recebido ordens do centurião da II Coorte para me encontrar com os pretores do acampamento na Principia, segundo que eu já sabia muito bem o que me botariam para fazer nos jogos desta noite: “Oh Bridget, precisaremos que você distraia os inimigos para que nossa equipe entre sem ser notada” ou ”Então você corre até lá, chama a atenção da maioria dos inimigos e quando ver que estão todos indo em sua direção fuja” – Em outras palavras eu sempre era a isca viva. Caminhava em direção a Principia vestindo minha camiseta roxa do acampamento e um short jeans curto enquanto milhares de pensamentos rondavam minha cabeça, principalmente sobre o que os pretores queriam comigo. A ideia mais aceitável que eu havia tido até aquele momento era de que provavelmente Jane havia aprontado alguma e a culpa cairia para mim, não era a primeira vez que aquilo acontecia e provavelmente essa não seria a ultima. Talvez se eu chorasse ou se me jogasse no chão os pretores poderiam acreditar em mim, mas ainda havia a pequena probabilidade de não ser exatamente isso. Caminhei mais alguns minutos até chegar ao escritório dos Pretores, bati na porta algumas vezes até ouvir a palavra “entre” vindo lá de dentro, engoli um seco e abri a porta, me dirigindo até a cadeira mais próxima e sentando na mesma. Olhei para os dois por alguns segundos tentando adivinhar quem iria abrir a boca primeiro até que a garota levantou-se e começou a falar

– Bridget, certo? Temos uma tarefa para você – Fixei meus olhos nela enquanto ela caminhava lentamente de um lado para o outro – A temperatura em Quebec esta caindo, muito mais que o normal, os espíritos da natureza nos alertaram disso e decidimos que seria melhor mandar alguém até lá investigar... – Seus olhos castanhos mel se viraram em minha direção, por um momento revirei os olhos e disse aliviada – Ufa, então Jane não aprontou... Digo, vocês pretendem me mandar até? - A garota se sentou e virou-se em direção ao rapaz que estava sentado ao seu lado, o outro Pretor, que logo em seguida começou a falar, partindo da ultima fala da garota - Droga, já estamos atrasados, você tem 12 horas para chegar em Quebec, um filho de Vulcano esta a sua espera no túnel caldecott, ele te levara até o aeroporto no qual você deve embarcar para chegar em Quebec, chegando lá você encontrara um informante e... O que esta esperando? Apresse-se – Ele falava tantas coisas ao mesmo tempo que demorei alguns minutos até captar a mensagem por completo. Levante-me da cadeira e abri a porta, mas antes de sair me virei em direção aos dois e disse – Deixem comigo. – E logo em seguida, sai dai. Não tive muito tempo para me arrumar, vesti uma camisa listrada e um blazer azul escuro, calças jeans, um salto e uma bolsa no qual carregava minhas armas. Quando menos imaginei já estava entrando dentro de um carro, no qual um filho de Vulcano pilotava. Não que eu estivesse reclamando, mas aquele garoto dirigia feito um louco, por um estante eu pensei em perguntar se ele tinha habilitação, mas não queria ser grosseira. Mas fora isso, a ida até o aeroporto havia sido “tranquila”. Ao chegarmos até lá dei um tchau ao filho de Vulcano e desejei que na volta não fosse ele que me buscasse. Olhei para o meu relógio enquanto praticamente corria até o balcão mais próximo para comprar uma passagem, mas a maioria dos voos para Quebec já haviam decolado ou estavam prestes a decolar, caminhei mais adiante até um dos balconistas (Um rapaz, que deveria possuir no máximo uns 26 anos, cabelos negros desajeitados e olhos castanhos) e disse:

– Por favor, eu preciso embarcar agora naquele voo para Quebec, não tenho muito tempo – A maioria dos funcionários das empresas aéreas eram preguiçosos, e aquele cara não era nenhuma exceção, por mais que eu dissesse que aquilo era uma emergência ele parecia nem se importar, apenas dizia para eu esperar o próximo voo que sairia daqui umas 4 horas. Francamente, eu não poderia esperar, teria que apelar para os meus poderes. – Ah, vamos lá, eu sei que você consegue dar um jeito nisso, então, vai conseguir me por naquele voo não é? Eu posso te recompensar... – Soltei meus cabelos e cheguei mais perto dele, enquanto brincava com sua gravata e tentava ser o mais sensual e graciosa possível eu via que ele digitava coisas naquele computador. Mais um minutinho e pronto, já estava incluída no voo, mandei um beijinho para ele e sai dali, quase desfilando, em direção ao portão de embarque. Entrei no avião, o mesmo decolou e em pouco tempo São Francisco começava a diminuir no horizonte.

[...]

O avião parou, havíamos finalmente chegado a Quebec, desembarcamos logo em seguida. No momento em que pisei o pé para fora do avião que havia me lembrado de que teria que encontrar um informante, mas ninguém me deu informação alguma sobre ele, poderia ser um homem ou uma mulher, um mortal ou até mesmo uma criatura disfarçada, a questão era: Por onde devo começar? Quem é esse tal informante? Comecei a caminhar pelo aeroporto sem rumo, a procura de alguém suspeito ou de alguma pista que pudesse me levar a ele – E lá vamos nós...

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MensagemAssunto: Re: Let It Snow [Missão Dinâmica] - Bridget A. Pervensie   Sab Abr 06, 2013 9:44 pm

Let It Snow
Quebec
Canadá
[#002]
Enquanto a filha de Vênus andava pelo aeroporto, alguém a observava, de longe. Mas a semideusa nada percebeu. Em sua ânsia de achar seu informante, alguém suspeito ou uma pista, algo incomum, não percebeu que uma criança se aproximava até que puxava sua manga. Parecia uma menina de oito anos como qualquer outra, exceto pelo fato de que estava sozinha num aeroporto movimentado no fim da tarde. O clima estava frio, muito frio, mas a pequena não parecia se incomodar muito com isso. Vestia uma blusa verde de mangas compridas e jeans, com um gorro de lã combinando. Parecia não sentir a temperatura gélida, ao contrário dos que estavam envolta, com casacos grossos, luvas e todo tipo de proteção contra o frio.
Moça! – chamou a pequena, puxando a roupa de Bridget. – Você veio do Acampamento Júpiter?
Falava alto, sem a menor preocupação com os mortais e, pior, monstros que poderiam estar ao redor e ouví-la. Discrição não era o forte daquela criança. Os pretores deviam estar sob efeito de alguma confusão dos filhos de Mania para mandar aquela menina sem a menor noção do mundo.
Sem esperar resposta, a garota puxou a semideusa pela mão, em direção ao centro da cidade. Conforme andava, Bridget sentia mais e mais frio, mesmo com suas roupas aquecidas. O vento gelado bagunçava os longos cabelos das duas. A menina que não se identificou andava rápido, desviando das pessoas e atravessando as ruas sem se preocupar com os carros, quase provocando um acidente ao passar na frente de um ônibus escolar.
Barbeiros... – resmungou a criança, puxando a filha de Vênus. – É por aqui... Estamos chegando.
Havia um prédio alto à frente, parecia antigo e com manutenção precária. Apenas os três primeiros andares pareciam ter vida. Os outros onze andares tinham a aparência abandonada, antiga, fria... Havia algo de estranho ali.



Regras
• O post deve conter o encontro com a menina e as andanças pelo centro da cidade, além dos diálogos das duas (a player é livre para decidir). Não deixe de descrever suas sensações e opiniões.
• A participante poderá carregar consigo apenas duas armas e dois itens (detalhes podem ser discutidos com o narrador, Mercúrio).
• Poderes e Equipamento em Spoiler, Code ou outro tipo de destaque.
• Gramática, ortografia, coerência e coesão são essenciais.
• A postagem deverá ser bem escrita, de maneira a envolver o leitor, e interpretando o personagem, afinal, é disso que se trata RPG.
• Prazo de 72h para postagem.
• Parabéns pela postagem anterior: interessante e realmente inspira a narração!
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MensagemAssunto: Re: Let It Snow [Missão Dinâmica] - Bridget A. Pervensie   Qua Abr 17, 2013 11:22 am


That girl is so dangerous ☠
Everybody knows her name, she's a perfect girl - - - -

Aquele aeroporto realmente era grande, e o pior era que para dificultar havia realmente MUITAS pessoas ali, a cada minuto um avião novo pousava e desembarcava seus passageiros. Como eu iria encontrar meu informante daquele jeito? Bem, se eu soubesse pelo menos como ele era. Não tinha jeito, a única maneira era ter que procurar por ele. Comecei a caminhar e prestar atenção em todos que estavam ao meu redor, grande parte daquela gente era realmente estranha, como por exemplo, a mulher com aliança que estava com seu marido, mas não parava de olhar para os garotos bonitos que passavam por ela, ou a velha de bengala que olhava estranho para todo mundo, mas infelizmente nenhum daqueles era meu informante. À medida que eu começava a andar o clima ia esfriando cada vez mais, fazendo com que eu começasse a tremer, será que aquilo era efeito do que estava acontecendo em Quebec? Ou será que aquilo era apenas o efeito do ar condicionado? Bem, no momento aquilo não importava. O primeiro passo para começar definitivamente aquela missão era encontrar meu informante, sem ele eu não iria chegar a lugar nenhum. Continuei a caminhar até notar alguma coisa ou alguém puxando a minha blusa, me virei para trás e observei uma garotinha, aparentemente estava sozinha. Olhei em volta para ver se achava os pais dela, mas nada, será que era uma criancinha perdida ou uma daquelas espertinhas que faziam cara de cachorrinho abandonado para arrancar dinheiro dos turistas idiotas?

– Desculpe querida, não tenho trocados e estou com pressa – Já ia virando as costas quando ouvi a garotinha perguntar se eu havia vindo do Acampamento Júpiter - Cuidado, não fale tão alto! – Disse isso à garota, mas não tive nem tempo de me apresentar direito, quando menos percebi a garotinha já estava puxando-me em direção a saída do aeroporto, levando-me em direção as ruas. Fiquei sem entender a situação por certo tempo, como assim ele era minha informante? Ela era apenas uma garotinha, não deveria nem saber a diferença de uma empousa para uma harpia. Enquanto andávamos pude perceber o frio que estava fazendo ali, para todo lado que você olhasse você via pessoas com umas quinhentas peças de roupas abaixo do casaco, vestindo luvas, gorros, toucas e tudo que pudesse lhes manter agasalhada. Seria melhor eu nem citar minha situação, meu blazer não me esquentava e eu tremia pra caramba, quando me disseram que aqui estava fazendo bastante frio eu não sabia que seria tanto assim. – Você não esta com frio? – Disse a menina, por mais que ela estivesse bem vestida ela não parecia se importar com o clima, agia como se estivesse acostumada aquilo. Olhei para ele e ela apenas balançou a cabeça negativamente, com um sorrisinho de criança inocente. Além de não sentir frio, aquela menina não tinha noção nenhuma do perigo, passava entre as pessoas, avançava no sinal vermelho, não sei qual a sorte que tivemos de não sermos atropeladas ainda. – Desculpe, desculpe... – Comecei a falar isso para todas as pessoas que ela esbarrava ou empurrava, e até para os motoristas de carros que nos xingavam. Aquela menina não tinha freio não? Ela nunca parava? Eu sei que crianças tem bastante energia para gastar, mas aquilo já era demais.

Passamos por uma avenida movimentada, apesar de quase morrer atropelada por um ônibus escolar eu estava bem – Barbeiros... É por aqui... Estamos chegando. – Não havia nada a nossa frente, a não ser um grande prédio, parecia meio abandonado, quer dizer, não totalmente abandonado, já que os três primeiros andares aparentavam funcionar normalmente, mas o restante estava parado, “morto”. Me virei em direção a garota e olhei em seus olhos dizendo logo em seguida – Ok, qual é o plano? – Fite-a por alguns instantes, aguardando sua resposta


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MensagemAssunto: Re: Let It Snow [Missão Dinâmica] - Bridget A. Pervensie   Seg Abr 22, 2013 2:28 pm

Let It Snow
Quebec
Canadá
[#003]
Ao ouvir a pergunta da filha de Vênus, a garotinha sorriu. Mas não respondeu de imediato, puxando-a pela manga da blusa até a entrada do prédio. Apesar dos andares mais baixos terem claramente sinal de atividade, ao chegarem mais perto as duas perceberam uma aura estranha. A menina parou, franzindo a testa. Pela primeira vez, pareceu sentir frio, abraçando o próprio corpo.
O que... – sussurrou, mas logo em seguida se recuperou. – Ah, claro... Winna sempre com seus truques...
Fez um gesto no ar, murmurou algo quase inaudível e a aura esquisita desapareceu. Os andares superiores ainda pareciam abandonados, mas do primeiro ao terceiro a visão era linda. Estavam bem cuidados, capaz de se passar por um hotel de luxo. A garotinha puxava Bridget através das portas de madeira (que apesar de parecerem pesadas foram abertas com facilidade). Estava repleto de outras crianças e adolescentes, todos vestidos como se o frio que faria lá fora fosse um frio normal de Outono e não um Inverno particularmente rigoroso.
Bem vinda, meio-sangue... – anunciou. – Aqui os espíritos da natureza se refugiaram dessa fúria gelada. A propósito, sou Prímula.
Os outros espíritos da natureza pareciam ter surgido de todos os cantos da cidade. Dríades e silvanos faziam plantas crescerem nas paredes, enchendo-as de flores. Náiades e tritões se divertiam na fonte que se encontrava no meio do saguão. As escadas (com os corrimãos cheios de flores) se dividiam. Sem pestanejar, Prímula levou a semideusa para o andar superior, do lado direito. Enquanto isso, ia colocando a garota a par da situação.
As coisas estão estranhas aqui. Estranhas o suficiente para reunir todos os espíritos da natureza num raio de vinte e cinco quilômetros. Esse frio anormal tem atacado nossas florestas e não há nada que possamos fazer. As aurai, os silfos, os venti e as tempestates estão sendo prejudicados também. – contou, passando direto por várias portas no corredor. – Ou seja, não são espíritos da natureza causando isso. São deuses, semideuses ou sabe lá Zeus o que...
Ela usava o nome grego de Júpiter, mas de toda forma parecia bem confiante. Abriu a penúltima porta do corredor e se afastou para que Bridget entrasse. Ali, receberia suas instruções.
Contatamos o Acampamento Júpiter e eles mandaram apenas você. Sem querer ofender, é claro. Mas pedimos uma equipe. É uma área grande e nossa ajuda é limitada no Inverno... Aqui dentro está nossa atual líder: Vectora. Ela é uma aura, das mais antigas. Apesar de ser uma rápida brisa é meio ranzinza, sabe? Ela vai lhe explicar tudo. Boa sorte!
Sorriu e se retirou, voltando para o andar superior, correndo na ponta dos pés.


Meia hora depois, Bridget saía do hotel, tendo sido informada pela aura (que apesar de ter séculos de existência aparentava apenas vinte e dois anos) que suas fontes informaram um distúrbio próximo ao centro da cidade, que de lá vinham fortes correntes gélidas surpreendentemente do subsolo. As pistas congeladas agora (o frio ia aumentando a cada segundo) atrapalhavam o avanço da semideusa, mas os espíritos da natureza haviam lhe emprestado roupas novas, leves e quentes. Tinham quase todas temas de plantas e flores, e espantavam o frio. Quando finalmente chegou ao local indicado pela líder, viu a entrada da estação do metrô interditada. Parecia ter sido transportada do Pólo Norte, com neve e gelo em cada centímetro da escadaria e nada se enxergava lá embaixo. O vento gélido saía forte do lugar, mas as roupas protegiam Pervensie do frio. Agora era a decisão. Entrar ou não.
Antes que fizesse qualquer coisa, uma forte rajada de vento passou pela filha de Vênus e se concentrou em uma espiral de vento, neve e gelo, poucos passos à frente, na esquina. A praça estava deserta. Daquele redemoinho invernal, saiu um rapaz pálido e loiro, com olhos cinzentos. Olhou nervosamente ao redor antes de se aproximar.
Eu disse pra vocês esperarem... Eu avisei! – Falou, irritado, olhando para os lados. – Quem é você, afinal? Guardiã de um arbusto florido? Não é seguro entrarem agora, estão todos lá embaixo!
Cruzou os braços, puxando o capuz cinza sobre o rosto. A sombra cobria sua face até abaixo do nariz, mas os olhos cinzentos e brilhantes eram ainda visíveis. Estava irritado e preocupado, provavelmente com medo de ser descoberto. Mas tinha algumas informações a dar...



Regras
• O post deve conter todas as informações relevantes: a chegada ao hotel, as informações da aura, a caminhada até o metrô, o misterioso garoto e sua decisão de entrar ou não pelas escadarias congeladas até a estação.
• A participante poderá carregar consigo apenas duas armas e dois itens (detalhes podem ser discutidos com o narrador, Mercúrio).
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• Prazo de 72h para postagem.
• Peço desculpas pela demora em postar. Tive alguns problemas de tempo aqui!
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MensagemAssunto: Re: Let It Snow [Missão Dinâmica] - Bridget A. Pervensie   

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