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É oficial, meus queridos. Estamos nos mudando. Depois de tanto tempo, e tão bons momentos de descontração, desenvolvimento e ótima jogabilidade, decidimos fechar o Camp Jupiter RPG.

Deixamos salvas aqui todas as fichas, missões, treinos e eventos para quem quiser as histórias dos seus personagens!

Contudo, ainda vamos continuar jogando!!! Nosso novo endereço é www.parthenosrpg.forumeiros.com, e quem tem conta aqui poderá recadastrar lá, mais informações no Parthenos RPG sobre o recadastramento. E que venha o novo fórum!

Aproveitando este ensejo, agradecemos a todos que colaboraram com o CJRPG, seja admnistrando, moderando ou apenas jogando conosco. O nosso muito obrigado!


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  Autonarrada • Hugh Ewald Dörsbach [Troubles in the Atlas Mountain]

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Hugh Ewald Dörsbach
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MensagemAssunto: Autonarrada • Hugh Ewald Dörsbach [Troubles in the Atlas Mountain]   Qui Fev 21, 2013 6:29 pm

Troubles in the Atlas Mountain;
Missão autonarrada

Desde que chegara no acampamento Júpiter eu estava tendo algumas dificuldades, principalmente em relação a minha Coorte. Por ser novato, eu sempre acabava fazendo as piores tarefas e não podia participar dos melhores grupos de treinamento, o que me deixava consideravelmente frustrado. Depois de passar o dia carregando o equipamento dos veteranos de minha Coorte, finalmente conseguira um espaço no Campo de Marte para praticar o uso de meu arco. Ficara por lá cerca de uma hora antes do anoitecer, enquanto organizava meu equipamento eu ouvi um grupo da IV Coorte comentando sobre o desaparecimento de pessoas em São Franscico, uma cidade não muito longe de onde estávamos. Perguntei-me o que poderia ser, mas acabei por ter minha atenção tomada pelo Centurião bonitão de minha Coorte que passava com seus passos firmes em direção ao nosso Quartel.

Algo dentro de mim dizia para segui-lo, uma sensação estranha de que se eu o fizesse algo gratificante poderia ocorrer comigo. Não pensei duas vezes, coloquei o Arco em minhas costas junto com a aljava e rumei discretamente atrás do rapaz. Nunca me dera conta de como era difícil ser um filho de Vênus, estava acostumado aos olhares que me seguiam por onde eu passava, o problema era quando eu precisava ser discreto. O Centurião havia me notado rapidamente devido à umas moças menos discretas que assoviaram quando eu passara, se eu contar que da fruta delas eu conhecia muito bem o caroço não sabia se isso continuaria. Em alguns minutos ele entrou no Quartel em que eu me alojava, indaguei-me o que ele estaria fazendo ali, pois não era onde ele ficava. – Entro ou não... entro? – Decidi entrar, como se algo pudesse impedir que eu, Hugh, entrasse em meu próprio dormitório, não é mesmo?

Entrei sorrateiramente me enfiando entre os beliches e sentando sobre o meu colchão. Fingi manusear os meus equipamentos enquanto meus olhos percorriam o recinto. Todos estavam fora, estava quase no horário do jantar, deveria estar rumando para o refeitório, exceto por um rapaz que eu vira poucas vezes, mas sabia que era meu vizinho de cama, pois ele sempre me observava até dormir. Seu nome era August, ele conversava um pouco mais ao fundo com o Centurião que dizia. – ... E você deve escolher alguém para fazer essa missão com você, mas isso por causa dos seus grandes feitos na última missão... – Sem querer deixei meu punhal escorregar de minhas mãos e cair sobre o chão fazendo com que um barulho metálico soasse. – Ops... – Ambos lançaram olhares para mim, pelo visto era algo sigiloso aquela conversa. Eles se despediram e então o Centurião se retirou dali. August se sentou na cama ao meu lado e fingia interesse em uma revista qualquer.

Enquanto guardava minhas armas, minha mente trabalhava em uma forma de convencer August de me colocar naquela missão. Se eu quisesse crescer e um dia encontrar minha mãe, teria que me submeter ao que fosse possível. Sentei-me em minha cama de costas para ele, fechei os olhos e comecei a acariciar minha nuca. Foquei meus pensamentos no prazer e na luxúria. Era algo que eu havia aprendido a pouco tempo, algo que despertava prazeres nas pessoas. Permaneci fazendo isso por alguns minutos, quando comecei a ouvir a respiração de August pesada. Virei-me e notei que o rapaz estava sentado voltado para mim, deveria ter entre 18 e 19 anos, uma beleza média, mas um corpo esportivo bem cuidado. – Algum problema? – Sussurrei, dessa vez levando minha mão para minha bochecha. Como se brincasse com ela e nem me importasse com quem observava.

– E-Eu... o que você está fazendo? – Olhei em seus olhos, percebi um fio de suor escorrendo por sua testa. – Eu? Nada, minha mão está muito macia hoje... quer ver? – Levantei-me e me sentei ao seu lado, coloquei minha mão em seu rosto e o acariciei levemente. – O que... o que você quer? – Percebi que ele estava ficando mais envolvido, fora direto ao perceber o que eu fazia, mas não deixou transparecer um desejo que eu parasse. – Não sei... gostaria muito de participar de algo legal com você. – Contornei seus lábios com meus dedos. – Passar um tempo fora daqui com você, eu faria de tudo para ter algo assim. – Ele segurou meu pulso com firmeza, olhou em meus olhos e hesitou por um momento, mas logo falou com sua foz firme e levemente rouca. – Eu fui... chamado para uma missão, seria um momento perfeito para isso. E não diga que você faz qualquer coisa desse jeito. – Sorri satisfeito enquanto o observava sair do Quartel indo informar ao Centurião que eu fora escolhido.

•••
Apesar de ser um novato, eu deveria agradecer a minha mãe, August já estava suscetível aos meus encantos e facilitara o meu ingresso na missão. Não queria ter que apelar para ousadias para estar ali, se bem que os olhares do legionário deixavam claras suas intenções. No dia seguinte pela manhã após o Centurião ficar incrédulo pela escolha de um novato para a missão, ele nos contou o que era a missão. Pessoas estavam desaparecendo próximos as Montanhas Atlas em São Francisco, possivelmente obra de alguma criatura. Então era a missão que eu ouvira um grupo conversando? Minha mão segurava a alça de minha aljava em minhas costas, não possuíamos muitas informações, teríamos que investigar ao chegar lá. Saímos do acampamento, eu caminhava ao lado de August que parecia animado com a missão. Meu entusiasmo o acompanhava, finalmente conseguira permissão para mostrar que eu deveria ser reconhecido.

A viagem de ônibus até São Francisco demorou algumas horas, no percurso, fora obrigado a ouvir August contando sobre sua infância e suas missões. Sorria e questionava aleatoriamente, não possuía muito interesse em sua conversa, mas mesmo assim não o deixava perceber isso. Ele era filho de Éolo, Deus dos Ventos. Em São Francisco, andamos pela cidade e toda a informação que conseguimos sobre o caso é que um grupo de mulheres fantasiadas andava pela cidade durante a madrugada e sequestravam homens. – Hum, um grupo de ninfomaníacas em série. Já ouviu algo parecido com isso? – Disse enquanto saíamos de uma loja de conveniências em que uma das vítimas visitara antes de ser sequestrado. – Nunca ouvi falar... mas acho que a névoa os fazem pensar isso. Ali está o beco em que o cara sumiu. – Começamos a vasculhar em busca de pistas, abríamos latas de lixo, levantávamos pedaços de papelão e não encontrávamos nenhuma pista.

– Hugh, no que você está pisando? – Abaixei a tampa de uma lata de lixo e olhei para meus pés. Pisava em duas grandes penas castanho-avermelhadas, abaixei-me e as peguei. Ambos observamos e então tudo se encaixou. – Harpias! – Falamos ao mesmo tempo. Um grupo de Harpias estava agindo nessa cidade, August rapidamente concluiu que elas deveriam estar se escondendo nas Montanhas Atlas e saiam durante a noite para pegar suas vítimas. – Está quase anoitecendo, talvez devêssemos esperar em um lugar estratégico próximo as Montanhas, esperar elas saírem para caçar e então as atacamos... o que acha? – No começo ele pareceu querer recusar, um novato não poderia ditar a estratégia para alguém mais experiente. Porém, com o tempo ele acabou aceitando e fomos para o pé da montanha. Subimos em uma árvore alta que nos ajudaria a observar todas as direções. Ficamos horas ali sem nenhum sinal de Harpias, um vento gelado soprava fazendo as folhas das árvores se movimentarem e alguns galhos estalarem.

Eu estava quase pegando no sono quando senti August tocando meu ombro, ele apontou para a direção Leste e havia um grupo de cinco Harpias voando em direção a cidade, talvez 300 ou 350 metros de distância nos separava. – Devemos atacá-las agora? – Ele acenou negativamente a cabeça. – Se atacarmos agora não saberemos onde é o esconderijo delas, vamos esperar elas retornarem e vamos segui-las. – Elas entraram na cidade. Desci da árvore com um salto e nos posicionamos entre algumas moitas altas próximos de onde elas saíram. Passou-se uma hora e logo aquelas criaturas de aparência grotesca retornavam com um homem gordo inconsciente. Elas voavam em uma velocidade reduzida devido ao peso da presa. Passaram por cima de nós, mas as sombras nos escondiam e August colocara o vento contra nós, impedindo que nosso aroma de semideus fosse percebido.

Começamos a caminhar seguindo a rota em que elas tomavam sobre as copas das árvores, a montanha possuía bastante vegetação o que ajudava a nos ocultar. Eu estava com o arco em mãos e uma flecha, estava pronto para caso desse errado e fossemos notados. August segurava uma longa espada, ele parecia ter um bom tempo de treinamento com aquela arma. Esgueirávamos atrás delas e durou alguns minutos até descobrirmos uma caverna entre algumas árvore iluminada por alguma tocha em seu interior. Entretanto não fora lá que as Harpias levaram seu lanchinho. Do lado de fora da caverna, havia mais um grupo de quatro homens amarrados e amordaçados. Deveriam estar com alguma erva que os fizesse dormir, pelo visto, as monstrengas estavam preparando um banquete para essa noite. Jogaram a presa gorda junto dos outros homens e acenderam uma fogueira. Aproximamos-nos cautelosamente, três Harpias entraram e duas ficaram do lado de fora nos preparativos para a ceia.

August murmurou que deveríamos atacar e me disse o que eu deveria fazer, ele já conhecia algumas de minhas técnicas. Guardei a minha Flecha na aljava e puxei a corda do meu arco. Uma flecha de coloração avermelhada surgiu, sentia-se um poder emanando dela. Mirei na Harpia magrela que se encontrava costas para nós e lancei a flecha. Acertara em cheio no meio de suas costas, ela deu alguns passos para frente devido ao impacto. A outra Harpia distraída com os homens nem ao menos notou o que acontecera. Mas, o amor acontecera, a Harpia magrela olhou para a outra e começou a murmurar algo que mais parecia uma gralha esganiçada. A outra Harpia irritada com a mudança de comportamento, tentava afastá-la sem sucesso. Aproveitei a chance e peguei uma flecha paralisante, disparei para acertar a Harpia não-apaixonada, mas a outra acabou entrando na frente na tentativa de dar uma bicada amorosa na outra, acebei acertando a cretina amorosa.

– AAAAH! INTRUSOS! AAAAAH! – A Harpia gritava tentando alertar as outras que estavam na toca. August saltou e avançou para cima das Harpias com a sua espada, disparei uma Flecha contra a Harpia que gritava e acertei em seu ombro, o que lhe fez calar a boca. Meu parceiro de missão desferiu um golpe de espada no peito da Harpia paralisada que acabou virando pó e desaparecendo. – COMO OUSA! COMO OUSAAAAA! – Ouvia uma agitação vinda da caverna, as Harpias gritavam em resposta de lá de dentro. Coloquei o arco sobre as costas, saquei o meu Punhal e corri em direção a Harpia que eu acertara com a flecha. Meu coração disparava, apertava com força o punhal e sentia a adrenalina percorrer o meu corpo. Encurtei a distância entre mim e a Harpia em poucos segundos, August ia em direção a caverna para atacar as que estavam saindo de lá.

– Hey saco de penas! – Disse quando ela tentou ir na direção de August. Ataquei com o punhal em um corte vertical debaixo para cima, sem efeito, a Harpia deu um pulo para trás desviando do meu ataque. Em um contra-ataque muito ágil, ela usou suas garras e acertou minha cintura. – Você rasgou a minha roupa! Agora você vai pagar, você vai pagar! – Não deixaria aquilo barato, como ela ousara rasgar minha roupa novinha? Sentia o sangue escorrer e a dor gritar em meu corpo, mas estava focado na batalha. Agarrei a asa dela e com uma manobra rápida consegui subir em suas costas. Ela gritou de raiva e tentou me derrubar, ela alçou voo e tentava virar de ponta cabeça e me jogar para o solo a cerca de 9 metros de altura. Encontrei a oportunidade de usar meu punhal e enfiei em suas costas na altura do coração, a penetração fora fácil devido ao fio da lâmina. Fizera mais uma virar pó. – AUGUST! – Gritei quando comecei a cair, ventava forte e eu não sabia o que estava acontecendo na batalha dele.

Segundos antes de eu me chocar com o solo, uma corrente de ar subiu do solo e ajudou a estabilizar minha queda quase totalmente. Levantei-me, minhas pernas tremiam. Eu não havia morrido? Olhei para August que estava lutando contra duas Harpias que saíram da caverna, possivelmente já havia derrotado uma delas. Notei que ele invocara um vento forte que impedia as Harpias se movimentarem, quando ele cessara a rajada de vento, ele movimentou sua mão de forma rápida, como se tivesse lançado um impulso de ar que cortou o tronco de uma harpia ao meio, fazendo-a desaparecer. Que tipo de ataque era aquele? Eu precisava ajudar, ele estava ofegante e a outra harpia parecia muito resistente e furiosa, estava claro que era era a líder do grupo. Peguei uma flecha e meu arco, puxei a corda do arco ouvindo o estalo da madeira. No instante que lancei a flecha, a saco-de-penas-líder segurou algo em seu dedo e uma espécie de campo magnético de cor roxa a envolveu, meu projétil fora parado por aquele escudo transparente como se acertasse uma parede de concreto.

– VÃO PAGAR! VÃO PAGAR SEMIDEUSES NOJENTOS! – Ela deu um encontrão em August, que caiu sobre o chão um pouco tonto. Depois veio em minha direção, sua velocidade era incrível, tudo o que eu tivera tempo de fazer fora pegar outra flecha e tentar atirar em sua direção, ela usara o mesmo truque do anel bloqueando minha flecha. Ela me pegou pelo pescoço e me ergueu, seus garras aos poucos perfuravam minha pele. Estava suspendo no ar sentindo o ar se esvair de meus pulmões. Eu dava pontapés em sua barriga, mas ela ia aguentando firme. – Sol...Solte-me! – Meu corpo aos poucos ia ficando sem forças, a oxigenação estava sendo impedida e eu sentia que minha consciência indo embora. Fechei os olhos esperando o meu fim, quando a garra desapareceu e eu tombei no chão.

Tossi enquanto meus pulmões gritavam por oxigênio, olhei para cima e vi August, havia acertado a Harpia. – Essa foi por pouco... espere, vou te ajudar. – Ele fechou os olhos por um momento e se concentrou enquanto eu me sentava. Senti uma brisa morna soprando e fui sentindo um pouco de minha energia voltando. Meus olhos caíram no chão e vi algo refletindo o brilho da fogueira. Estiquei-me e peguei, era um anel com uma pedra ametista no centro, era isso que a Harpia usara? Coloquei em minha mão direita, depois veria com calma para o que aquilo servia. Depois de fazer alguns curativos de emergência, levamos os homens de volta para cidade dizendo que as mulheres haviam sido presas. A cidade ficou mais tranquila e logo retornamos para o Acampamento Júpiter, estava machucado e exausto. Tudo que eu queria era descansar o máximo possível.

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MensagemAssunto: Re: Autonarrada • Hugh Ewald Dörsbach [Troubles in the Atlas Mountain]   Qui Fev 21, 2013 8:39 pm

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Hugh Ewald Dörsbach sua missão foi perfeita, fazia algum tempo que não lia uma missão assim antes, meus parabéns.
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◆ Amethyst Ring [Anel feito de prata comum, possui uma pedra ametista em seu centro. Brilha sempre que o semideus utiliza um poder ativo. Ao pressionar a pedra, uma barreira circular púrpura surgirá em torno do legionário, protegendo-o de ataques de média e longa distância e tendo resistência a ataques de curta distância. Só funciona duas vezes em qualquer ocasião]
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