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Ficha de Reclamação para Semideuses e Sistema de Legados.
Ficha de Coorte.





















Seis meses se passaram desde que "o acontecimento" perturbou a paz do Acampamento Júpiter. Um titã invadiu o lugar até antes chamado “seguro”, trazendo consigo uma série de acontecimentos de cunho inferior, porém de grande importância também. Campistas e mais campistas haviam sumido, e uma única hipótese cunhava as ideias dos pretores: eles haviam se aliado a Saturno. As notícias não eram boas... Fillipo já não dormia direito havia quase um mês. A preocupação o assaltava durante o dia, os pesadelos vinham durante a noite. O receio de não ser um bom líder e a ansiedade pelo que estava por vir eram constantes companheiros. Martin, seu namorado centurião e fiel escudeiro, o ajudava com planos de batalha e pesquisava feitiços e encantamentos incansavelmente... Julianne parecia um pouco avulsa a tudo. Mais dura, mais rígida e ao mesmo tempo mais sentimental, parecia não ter superado o fato de que seu ex-namorado Brandon ter mudado de lado, em favor dos titãs. A pretora talvez achasse que havia esperança para ele. Um sentimento tão profundo que talvez nem ela mesma soubesse, a despeito de ser uma filha de Vênus. Os treinos haviam sido dobrados... E os centuriões passavam a exigir mais dos campistas de sua Coorte. O ritmo era acelerado, mas depois de meio ano passado, todos já haviam se acostumado. Filhos de deuses ligados à magia – como Mercúrio, Trivia e Angita – e que tivessem determinadas habilidades eram reunidos praticamente todos os dias para juntos encontrarem defesas e ataques mágicos que fossem eficientes. Aqueles que podiam ver o futuro, o passado e o presente, em especial o Áugure, tentavam interpretar suas visões. A alegria da nomeação dos pretores e as festividades que ocorriam quase sempre pareceu esmorecer de repente. Já não se viam pessoas rindo nas ruas. Estas mesmas pessoas estavam com armas e artefatos, treinando suas capacidades físicas, treinando seus poderes... Treinando... Casais eram vistos sempre juntos, como se não tivessem tempo a perder com a guerra iminente. Em Nova Roma, a transformação era ainda maior que no Acampamento Júpiter. A cidade todos os dias acordava cedo e todos os ex-legionários eram chamados aos treinos diários. Centuriões estavam exigindo que mesmo aqueles que fossem muito jovens ou muito idosos treinassem três vezes por semana, para o caso de precisarem. Os romanos não reclamavam. Pelo contrário, se empenhavam para defender seu amado lar. Mas nenhuma mudança era maior do que a expressão das pessoas. Enquanto os prédios se mantinham no lugar, a arquitetura magnífica se mantinha e a cidade se preparava para a batalha, as pessoas se preparavam inconscientemente para perder muitos de seus amigos e familiares, mesmo com a vitória. A batalha não seria simples e os semideuses e legados sabiam muito bem disso. Um sorriso era algo incrivelmente raro de se ver. Entre os legionários, olheiras e cansaço eram visíveis e tangíveis o tempo todo. Aqueles que tinham habilidades singulares eram vistos ainda mais acabados, exauridos de suas forças para controlar cada vez mais seus poderes. Por vezes, os pretores davam a ordem de convocar a Fulminata no meio da madrugada para um simulação surpresa. “É necessário estar preparado para tudo.” Era a declaração deles. Os legionários sonolentos concordavam e treinavam. Logo a maioria estava se acostumando a dormir pouco para recuperar a energia. Aqueles que possuíam talento com ervas vendiam energéticos a preços altos, e o estoque se esgotava rapidamente. Até mesmo alguns centuriões aderiram às compras massivas de energéticos. Certas pessoas ganhavam dinheiro com a guerra. Nova Roma estava tensa com a guerra. Mas ainda assim, havia uma chama que não poderia ser apagada. Nova Roma tinha esperança. A XII Legião Fulminata sabia que tinha uma chance. Eram legionários, eram semideuses, eram legados. Eram romanos. E a chama que ardia em seu peito era a esperança...


















































O Camp Jupiter RPG é baseado na saga "Os Heróis do Olimpo", de Rick Riordan. O conteúdo vem em maior parte de Wikis tematizadas na saga citada; os sistemas, testes, fichas, concursos, e poderes & habilidades, são de autoria de R. Rinehardt (Júpiter), F. Segheto (Mercúrio) e J. Esteves (Vênus), co-fundadores do RPG. Plágio ou uso indevido das informações contidas neste RPG serão notificados à Forumeiros, que tomará as providências cabíveis.

Aproveitando este ensejo, agradecemos a todos que colaboraram e colaboram com o CJRPG, seja admnistrando, moderando ou apenas jogando conosco. O nosso muito obrigado!


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 Cupid {Missão Dinâmica Externa para Isabeau, Andy e Jane}

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MensagemAssunto: Cupid {Missão Dinâmica Externa para Isabeau, Andy e Jane}   Qui Fev 21, 2013 9:25 am



Cupid




Poderia ter sido um tranquilo encontro de irmãs naquela manhã nas Colinas de Berkeley, mas tudo conspiraria para que as filhas da deusa Mania tão tivessem um dia tão belo quanto planejado. Ambas estavam sentadas, conversando enquanto bebiam um suco, dividindo algumas histórias. Há alguns minutos, enquanto conversavam, vinham notando a presença de um garoto que não deixava de observá-las, algo que já estava ficando extremamente incômodo.

Uma das garotas, de temperamento forte e já irritada com o tal garoto, levantou-se, apesar dos protestos de sua meia-irmã e já estava indo ao encontro dele para perguntar qual era a dele. Porém, antes que concluísse esse ato, o jovem já havia se levantado e ido em direção a elas, e rapidamente já estava ali, em um piscar de olhos.

▬ Certo, cara, quem é você e porque tanta observação conosco?

O jovem a encarou sem muito entusiasmo. Foi então, mais de perto, que poderiam realmente observá-lo e tentar tirar conclusões a seu respeito. Ele era alto, de bom porte físico, seu cabelo era louro e suas mechas cacheadas, lembrando um anjo, e seus olhos eram claros – embora constantemente parecessem mudar de cor. Ele sorriu sem muito significado, e era preciso admitir que até mesmo seu sorriso era deslumbrante.

Ele continuou em silêncio por uns instantes, até que finalmente seus olhos pareceram brilhar: seus olhos perceberam o arco que Jane tinha preso às costas, o qual era estava quase manuseando-o e deixando-o pronto para qualquer eventualidade. Afinal, estavam fora dos limites do acampamento e aquele desconhecido aparecia de repente. Era preciso admitir, Jane se sentiu até mesmo gelada quando o olhar do jovem parou sobre ela, como se tivesse percebido sua intenção de manter o arco pronto se precisasse ataca-lo.

▬ Oh, um arco! – ele disse, como uma criança que observa um brinquedo interessante, e aproximou-se dela para analisar melhor aquilo. ▬ Espero que você não seja filha Apolo – ele disse, e então encarou-a para aguardar uma resposta. Jane apenas balançou a cabeça em sinal negativo, e encarou Andy, como se tentasse falar com ela sem uso de palavras. ▬ Eu não gosto muito de Apolo sabe, ele é muito convencido. Uma vez, quando eu era muito mais jovem, ele me viu manuseando um arco. Eu estava adquirindo habilidade ainda, não tinha tanto tempo com arco como ele, mas isso não lhe dava o direito de me desmerecer e dizer que eu estava brincando com o arco. Bem, de qualquer forma, minha vingança teve o nome de Dafne, e...

▬ Espere! – Andy interrompeu-o, pensando melhor nas coisas conforme aquele desconhecido lhe dava as informações necessárias para completar sua linha de raciocínio. ▬ Conheço essa história. O deus do sol e seu amor não correspondido pela ninfa... Você é... Cupido?

▬ Ah, sim, sim, garota. Eu já ia me esquecendo, eu preciso que semideuses me façam um favor. Será que posso contar com vocês?

Ambas as garotas trocaram um olhar com certo receio, mas interesse. ▬ Que tipo de favor?

▬ Sabem, minha esposa tem uma sogra bem complicada... – ele disse, enquanto pegava de um bolso da calça jeans um pente. ▬ Ela teve até de ir ao submundo por causa de minha mãe. E acontece que lá ela perdeu uma das joias de sua coleção.

▬ E você quer que viajemos de São Francisco ao... Vejamos, o submundo atual... Até Los Angeles para apenas recuperar uma joia?

Cupido riu. Uma risada agradável como riso de criança, travessa como de um moleque que acha graça de uma de suas diabruras. ▬ Se fosse uma joia qualquer, não estaria aqui para pedir tal favor. É uma joia bem... digamos, preciosa. Psiquê não gostaria que caísse em mãos erradas. Será que eu posso contar com vocês?









▬ Deveriam ter falado comigo antes – disse Isabeau, filha de Plutão, deus do submundo. Ela estava sozinha em seu quartel naquele instante, e aceitou a visita das filhas de Mania que precisavam de uma informação sobre como adentrar no Mundo Inferior. ▬ O problema não é o caminho, é encontrar a entrada. E depois daí, o problema não é a entrada, mas passar por ela. Bem, só me expliquem exatamente o que vocês precisam lá.

Foi preciso recontar sobre a aparição do deus Cupido nas colinas naquela manhã, e seu pedido que parecera um tanto quanto fútil em um primeiro momento. Então, as três juntas, recapitularam as histórias de Psiquê e com atenção especial ao dia em que ela teve de ir ao Mundo Inferior pedir um pouco da beleza de Perséfone para Vênus. Um pedido muito complicado, que poderia levar Psiquê à morte, mas que... de alguma forma ela conseguiu, para a surpresa da deusa Vênus, que queria que ela falhasse.

▬ Bem, isso nos leva a Los Angeles, a Hollywood, mais especificamente. Eu vou acompanha-las, precisam de mim para chegar ao Submundo, se é o caso – disse Isabeau, sem contestação por parte das filhas de Mania. ▬ Precisamos falar com os pretores, certo?




Instruções:
Avisando previamente: nesta missão, todas as narrativas por post serão extensas, para que possamos desenvolvê-la sem delongas. Isso vai exigir muita sintonia da parte das três nos posts, no planejamento das ações. Caprichem.

Narrem com preciosidade de detalhes todos os momentos importantes do desenrolar da narrativa. Filhas de Mania, contem sobre como já se conheciam o teor da conversa até serem interrompidas por Cupido, as impressões que tiveram durante a conversa com ele, o momento em que decidiram falar com a filha de Plutão (e por que ela?, já a conheciam?), até o momento em que falam com um dos pretores para a liberação da missão e a saída do Acampamento em direção a Los Angeles. Isabeau, o que você fazia antes de ser surpreendida pela visita de Jane e Andy? Por que estava no quartel? O que achou de tudo aquilo?

Vocês não terão transporte cedido pelo Acampamento, mas durante a conversa com um dos pretores, receberão uma quantia em dinheiro para a missão, seja para gasto de passagem ou o que for necessário. Então, está a critério de vocês como fizeram para se transportar do Acampamento à L.A.




Regras:
♦ Prazo: 4 dias. Até as 12 horas do dia 25/02 as três devem ter postado. Atrasos descontam MP (energia), ainda que justificados.

♦ Armas e itens: Duas de ataque e uma de defesa. Outros acessórios que não sejam exatamente para ataque estão liberados.

♦ No mínimo 800 palavras neste post de introdução;


Por Vênus - do amor, da beleza, patrona de Roma.



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MensagemAssunto: Re: Cupid {Missão Dinâmica Externa para Isabeau, Andy e Jane}   Dom Fev 24, 2013 2:22 pm

crazy cupid love
O dia amanheceu ensolarado, o tipo de dia perfeito para dar um passeio ou apenas ficar de bobeira pelo acampamento. Nunca fui muito fã de dias assim, prefiro muito mais os chuvosos, por isso não reclamei quando me deram algumas tarefas para fazer. Com o passar das horas, decidi ir até Nova Roma com o intuito de comprar alguma coisa para comer, sem nada específico em mente. Andei meio distraída, observando mais atentamente cada um que passava por mim e se afastarem um pouco - normal, são poucos os que toleram os filhos de Plutão. Pelo menos dentro da legião, este já é um problema superado.
De qualquer forma segui meu caminho até que sou obrigada a parar abruptamente. Uma coisa, ou melhor, alguém se meteu na minha frente. Ao levantar os olhos para mirar sua face e lhe dirigir algumas boas maldições, me limito a revirar os olhos quando enfim a reconheço. Jennifer, a filha do deus da guerra. Pelas suas costas, sempre comentamos que ela deveria ter nascido homem porque possui péssimos hábitos e nunca se arruma. Também ajuda muito o fato dela ter muito mais alta e ser bastante musculosa. Está sempre procurando briga, e por algum motivo, cismou com a minha cara. ''Aonde pensa que vai?'' perguntou, chegando mais perto ainda e bloqueando completamente a passagem. Além de estúpida ainda é lésbica, essa eu preciso contar pra alguém.
Recuei dois passos.
''Vai cuidar da sua vida medíocre e me deixa em paz.'' murmurei, contornando-a e seguindo em frente, sem olhá-la.
''Sua...'' Jennifer puxou o meu braço com força, e eu o puxei de volta, levitando uma pedra do tamanho da minha mão com o outro braço e lançando-a sobre ela em seguida. Foi o suficiente para me largar porque não esperava por isso. A pedra atingiu sua testa, e ela ficou tonta por meio segundo, tempo que utilizei para correr de volta ao quartel, onde eu estaria segura.
Graças ao deuses, ela não me seguiu.
(...)
''Deveriam ter falado comigo antes.'' disse à Jane e sua meia-irmã, Andy, quando mais ou menos quinze minutos após eu ter chegado ao quartel, vieram me perguntar como chegar ao Mundo Inferior. Não fez nenhum sentido e eu estranhei, porque geralmente as pessoas não me abordam com perguntas sobre o Mundo Inferior ou qualquer coisa relacionada. Esse interesse é algo novo, e confesso que fiquei muito curiosa a esse respeito. ''O problema não é o caminho, é encontrar a entrada. E depois daí, o problema não é a entrada, mas passar por ela. Bem, só me expliquem exatamente o que vocês precisam lá.'' instiguei-as, porque certamente não lhes daria uma palavra sequer do que eu sei assim por nada. Não acredito que seja mera curiosidade no assunto.
Dentre alguns tropeços, as duas se alternaram contando-me sobre suas atividades ao longo do dia. Elas saíram para dar uma volta, até aí não vi nada de anormal. Encontraram um garoto estranho, com feições familiares, meio inconveniente, que acabou se revelando o próprio Cupido. Mordi o lábio inferior, temendo o que viria a seguir. Provavelmente nada bom.
Ele as pediu um favor, recuperar uma joia perdida no Mundo Inferior. Ele não pode ir buscar, mas elas podem. Então elas devem ir e trazê-lo de volta, supondo que não morram antes. Isso é suicídio, não disse em voz alta, embora tenha pensado. Como eu já disse, não é nenhum pouco fácil achar a entrada do Mundo Inferior, além disso, supondo mais uma vez que recuperem o objeto, quantas pessoas já conseguiram sair de lá?
Sem mim, elas estão mortas. Talvez não seja tão difícil para mim achar a entrada, eu nunca a procurei antes e nem sei como se faz, mas para nossa sorte ou azar, posso conhecer alguém que sabe muito bem como fazer isso. Pena que ele não saiba como sair também, mas nisso eu posso dar um jeitinho. Afinal, se ele soubesse sair, já teria fugido de lá muito tempo atrás.
Balancei a cabeça, recapitulando o que elas disseram e recordando de alguns outros fatos mitológicos. Pode ter certeza absoluta que vou evitar meu encontro com fantasmas o máximo possível, nunca se pode ter certeza do que estão falando é verdade. As vezes só querem alguém para terminar de fazer aquilo que não foram capazes de fazer em vida, e isso geralmente termina mal.
Relembrei com a ajuda das meninas a história de Psiquê, quando foi ao Submundo pedir um pouco da beleza de Prosérpina para Vênus, que queria que ela falhasse. Procurando algo que talvez nos ajudasse.
''Bem, isso nos leva a Los Angeles, a Hollywood, mais especificamente. Eu vou acompanha-las, precisam de mim para chegar ao Submundo, se é o caso. Precisamos falar com os pretores, certo?'' perguntei, e elas concordaram. Fiquei feliz de que nenhuma delas discordou quando me ofereci para ir junto, e rumamos para a Casa do Senado.
(...)
Diante da pretora Julianne, contamos da melhor forma que pudemos a situação. Ela pareceu compreender, e não recusou quando pedimos a missão. Fez suas melhores recomendações, é claro, e nos ofereceu dinheiro. Infelizmente, transporte não estava incluído mas com a quantia que recebemos, será mais que suficiente para uma viagem de ônibus. Sim, porque Los Angeles não fica tão longe e uma viagem de avião seria um tanto arriscado, e caro. A s três estávamos de acordo quanto a isso. Agora só tínhamos que preparar nossas mochilas e partir o mais rápido possível, ou não.
Meu estômago reclamou. Com tudo isso acontecendo tão rápido, acabei esquecendo que estava com fome.


armas levadas:
 

Place: acampamentoWith: Jane & Andy <3 Humor: atenta Wearing: >CLICA<
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Jane S. Ryan
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MensagemAssunto: Re: Cupid {Missão Dinâmica Externa para Isabeau, Andy e Jane}   Dom Fev 24, 2013 5:41 pm






Zombie, The Cranberries

In your head, in your head Zombie, zombie, zombie hey, hey What's in your head? In your head Zombie, zombie, zombie? Hey, hey, hey, oh, dou, dou, dou, dou, dou... Another mother's breaking Heart is taking over When the violence causes silence We must be mistaken-q



▬ Andy! ▬ chamei-a, indo ao seu encontro. Camiseta roxa do acampamento, cabelos presos em um coque desarrumado, shorts curtos e desbotados, sandálias e meu arco preso às costas enquanto a aljava estava pendurada em meu ombro esquerdo, tinha levado o arco caso fosse necessário mesmo que talvez não fosse, mas era assim que eu me vestira pela manhã. Olhos costumeiramente loucos e intensos junto de um sorriso divertido sem motivo, com minha experiência já havia aprendido a controlar aquela loucura toda e, de certa forma, esconde-la, mas ao estar do lado de uma meia-irmã - sim, Andy também era uma filha de Mania, mas da III Coorte. Fui encarregada de mostrar-lhe o acampamento quando esta chegara, e foi desse modo que acabamos nos conhecendo. Durante um tempo corrido não havíamos mantido contato diariamente, o que fez com que marcássemos aquela, ao que era até agora uma bela manhã, para conversarem um pouco -, não achara que era preciso esconder a insanidade. Sentei-me ao lado de Andy com um copo de suco de blueberry, a outra filha de Mania também saboreava um suco mas não tive a curiosidade de saber do que era.

Alguns minutos e alguém nos observava, ao que parecia ser um garoto para ser mais específica, a principio achara que fosse apenas impressão ou qualquer coisa, contudo notara que Andy também começava a ficar um tanto inquieta. Ignorei aquilo por mais um curto tempo, tentando focar-me na história que a também filha de Mania contava. Por mais que tentava fazer daquele garoto um invisível, ele continuava a nos observar e a pouca falta de privacidade começava a me incomodar.

▬ Então, eu passei a viver em uma clínica psiquiátrica. Construí relações extremamente fortes com uma das pacientes e a consequência foi ter que desenvolver um mecanismo que pudesse suprir a falta dela em minha vida quando resolvi seguir a alcateia. Ela estaria sempre comigo, de uma forma ou de outra.

Contava ela, apenas assenti com a cabeça e beberiquei o suco, logo deixando-o de lado. Me levantei decidida a ir tirar satisfações com o tal garoto. ▬ Hã, espere um instante, Andy. ▬ disse-lhe sem dizer exatamente o que ia fazer, embora soubesse que já deveria de ter uma certa noção. Porém, antes que sequer pudesse me dar conta, o garoto já havia se levantada e estava parado à alguns metros de nós duas, o que me deixou um puco perplexa mas rapidamente retomara a postura - antes enfurecida - e apoiando a mão na cintura perguntei-lhe ▬ Certo, cara, quem é você e porque tanta observação conosco? ▬ nada respondera, somente encarando-me e deixando-me não muito a vontade. Àquela distância pudemos ver sua aparência mais "claramente", os olhos claros, cabelos louros e cacheados, e alto. Quase um anjo, apenas faltando as asas, deduzi. E então sorriu, do nada, o que fora um tanto estranho mas era preciso admitir que o seu sorriso fora esplendido.

Mais silêncio, sem respostas, levei a mão até as costas pronta para pegar o arco e foi então que seus olhos brilharam, minhas intenções de atacá-lo caso fosse um suspeito pareceu bastante claro para ele, e isso me deixara sem ação. ▬ Oh, um arco! ▬ exclamou feito criança e parecendo bastante interessado, tirei o arco das costas e em minhas mãos, o "anjo" aproximou-se para olhá-lo melhor. Em seguida disse algo sobre não esperar que eu fosse uma filha de Apolo e encarou-me mais uma vez, balancei a cabeça negativamente sem expressão, pois nada estava entendo daquilo. Ele se virara para Andy encarando-a também.

Começou a contar do por que não gostava de Apolo, o que fora até interessante, mas ao ouvir o nome "Dafne", Andy o interrompera, dizendo conhecer a história e perguntando se ele era o Cupido. Minha meia-irmã obteve uma resposta afirmativa, e fez-me pensar do quão havia sido distraído em esquecer o motivo pelo qual o trouxe até aqui. Um favor, era o que ele precisava. Andy e eu nos olhamos ao mesmo tempo, receosas, embora uma demonstrava interesse a outra sobre aquilo.

▬ Que tipo de favor? ▬ perguntei, interessada. Cupido tirou de seu bolso um pente, dizendo que Psiquê perdera uma joia de sua coleção quando Vênus a fizera ir para o Submundo. ▬ E você quer que viajemos de São Francisco ao... Vejamos, o submundo atual... Até Los Angeles para apenas recuperar uma joia? ▬ disse um pouco indignada. Ele rira travesso, mesmo que não tivesse sido tão engraçado, não para mim. Cupido explicara que a joia era preciosa, e que sua esposa não se agradaria caso a preciosidade caísse em mãos erradas. Por fim, perguntou-nos mais uma vez se o mesmo poderia contar conosco... Assenti de modo positivo, olhando para Andy esperando que esta fizesse o mesmo.

Assim que o deus fora embora, nós continuamos ali por mais alguns minutos decidindo alguns detalhes que precisavam ser feito a seguir, primeiro precisávamos de um modo até chegar ao Submundo e depois à Los Angeles, mas o transporte era algo que se veria com os Pretores, então deveríamos resolver o caso de como chegar ao Submundo primeiro. ▬ Creio que o melhor modo de chegarmos ao Submundo é contatarmos algum filho de Plutão... ▬ comentei pensativa. Minha meia-irmã pareceu concordar, e em falar sobre filhos de Plutão lembrei-se de uma, ▬ Conheço uma filha de Plutão, Isabeau, da I Coorte. Se tivermos sorte ela estará disponível para nos ajudar.


Juntas, eu e Andy acabamos por decidir ir visitar a filha de Plutão, que ao que soubemos, estava no em seu quartel na 1 Coorte. Já diante do tal quartel, Isabeau havia aceitado nossa visita. ▬ Isa! ▬ cumprimentei-a de modo intimo e animada, intimidade a qual certamente eu não lembrava de ter com ela, mas também não esperava uma boa reação dela quando àquilo. Sem mais brincadeiras e com seriedade, perguntei-lhe como adentrar ao Mundo Inferior. Ao contrário do que eu pensava, a menina não deu a resposta logo de cara, nos fez explicar o que estava acontecendo, e o porquê do interesse repentino sobre tal lugar. Apresentei-a Andy com rapidez algo como "Isabeau esta é minha meia-irmã Andy, Andy esta é a filha de Plutão Isabeau" só que falando de modo acelerado, minha meia-irmã ajudara-me a explicar à filha de Plutão toda a história desde o início.

Sem qualquer hesitação, Isabeau simplesmente decidiu que iria junto conosco, mais uma vez surpreendida, não esperava que ela estaria disposta a vir também. Recapitulamos nossa missão novamente, ou seja: Ir até Los Angeles, Hollywood mais especificamente - como disse Isabeau -, adentrar ao Mundo Inferior, recuperar a jóia e voltar. Sim, parece "fácil", apenas temos uma grande porcentagem de morrer, apenas...

Ao sair da I Coorte, fomos até à Casa do Senado, onde conversaríamos e pediríamos a missão. Sem maiores complicações, a pretora Julianne Burn, fora bastante compressível e não negou a missão ao pedirmos. Infelizmente, transporte do acampamento não concedido, motivo ao qual não tive interesse de saber, em seu lugar ela ofereceu-nos o dinheiro necessário para o transporte e afins. Ônibus seria o nosso transporte, poderia ser um avião, porém, Isabeau é uma filha de Plutão e, o céu, território de Júpiter, coisa que não daria muito certo. Mas assim como alertaram, São Francisco não ficava tão longe assim do nosso destino.

Todas voltamos para nossos quartéis e Coortes, para nos equiparmos e também nos arrumarmos, o dinheiro tinha ficado com Andy, pois eu e Isabeau havíamos nos recusado a ficar com o mesmo, sem qualquer motivo importante, apenas por, hã, "segurança". Ao chegar no quartel 1 da IV Coorte, Jane tentava ser o mais rápida possível para se preparar e trocar de roupa, pegando uma mochila e colocando o equipando que levaria.


Citação :
Armas e itens levados:
♛ Arco & Aljava Fulminata [Simbolizam a entrada na Duodécima Legião Fulminata.Em suas extensões, gravado: "Jane Sweet Ryan - IV Coorte".]
◆ Flecha Explosiva [1x]
◆ Flecha com Veneno [1x]
◆ Apito Fantasma [Invoca um cão infernal que pode lutar ao lado da campista ou prestar algum favor. Só pode ser usado uma vez, após isso, se dissipa em fumaça.]
◆ Escudo Prateado [Quando bloqueia um ataque, reflete 10% do dano que o este causaria. O efeito não se aplica a armas de longa distância.]

(Mesmo que não dê pra usá-lo, por eu ser uma arqueira, levar só de precaução. c.c)



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MensagemAssunto: Re: Cupid {Missão Dinâmica Externa para Isabeau, Andy e Jane}   Seg Fev 25, 2013 8:17 pm

Cupid?

Eu acabava de chegar às colinas de Berkeley. Tomava um suco de uva quando ouvi a voz dela. Jane me chamava. Sorri e corri para abraçá-la cuidadosamente, visto que ela também trazia uma caixinha de suco e não queríamos acidentes com manchas em nossas camisas do acampamento. Ela havia sido a garota escalada para me apresentar ao acampamento em minha chegada devido ao seu parentesco comigo. Era estranho de alguma forma estar perto de uma filha de Mania que já evoluíra o bastante para controlar sua loucura interior. Eu ainda estava nesse processo. De qualquer forma, seria um dia divertido, ao meu ver. 

- Olá, Jane. Como está? - Sentamos no chão e resolvemos conversar um pouco enquanto tomávamos suco. Minha camisa roxa do acampamento vinha junto a um short bem curto, colado ao meu corpo. Meus cabelos ruivos eram presos em um coque totalmente desleixado. Eu não ligava para beleza. Katheryn muito menos. Pois é, Kath é um assunto delicado em minha vida. Digamos que ela é uma pessoa que me apoia em qualquer coisa. Ela precisa fazer isso.


~

- Então, eu passei a viver em uma clínica psiquiátrica. Construí relações extremamente fortes com uma das pacientes e a consequência foi ter que desenvolver um mecanismo que pudesse suprir a falta dela em minha vida quando resolvi seguir a alcateia. Ela estaria sempre comigo, de uma forma ou de outra. - Notei que a semideusa parecia um tanto inquieta. Eu mesma demonstrava este sentimento, uma vez que podia ver com que frequência um rapaz lançava olhares para nós. Jane acabou por se irritar, querendo tirar satisfações com o desconhecido. Levantou-se, e ia em sua direção, se ele já não estivesse perto de nós. Era bonito, a seu modo. Poderia ser um modelo masculino se quisesse. Deixei o suco no chão e pus-me a escutar a conversa. Parecia mais um monólogo, já que o bonitinho não respondia a nenhuma das perguntas da loira. Somente quando notou o arco dela, pareceu disposto a dar alguma informação. Claro, se não fosse assim, eu tinha certeza que Jane acabaria com ele em um piscar de olhos. Ela mesma já devia ter pensado nisso, o que a levou a tirar o arco das costas, preparando-se para um provável ataque. O desconhecido pareceu ter algum desgosto particular pelo deus Apolo, então começou a explicar o porquê disto. Ouvi atentamente, tirando minhas próprias conclusões até escutar o nome de Dafne na história.- Espere! Conheço essa história. O deus do sol e seu amor não correspondido pela ninfa... Você é... Cupido? - Seus olhos brilharam de forma travessa, confirmando minha pergunta. O filho de Vênus começou a explicar que havia procurado semideuses que pudessem prestar um grande favor a ele. Vi o olhar de Jane se iluminar com a curiosidade, quando esta virou-se para mim. Então, perguntou qual seria esse favor. Cupido começou a explicar o quanto a sogra de Psiquê poderia ser difícil. Sorri por puro incentivo. Apesar de nunca ter namorado e muito menos me casado, eu compreendia aquilo. Os padrões da deusa eram altos. Vênus não escolheria qualquer uma como nora. Por isso, havia testado Psiquê. No entanto, a esposa de Cupido havia perdido uma jóia preciosa no Mundo Inferior e ele queria que nós a recuperássemos. Ora, não seria tão difícil. Eu e Jane éramos filhas da deusa que cuidava dos espíritos no Submundo, portanto, esse local não representaria muitas dificuldades. Minha meia-irmã aceitou de prontidão a ideia, e em minha inútil concepção, eu precisava de alguma aventura. Cupido alegrou-se e nos desejou boa sorte, desaparecendo. Eu e Jane ainda acertamos alguns detalhes do que precisávamos fazer e ficara bem claro que necessitaríamos de uma prole de Plutão para nos indicar a entrada dos reinos de seu pai. Por sorte, a loira conhecia a pessoa perfeita.

~


Isabeau era uma legionária da I Coorte. Naquele dia, estava sozinha em seu quartel, fato que contribuiu para agilizar nossa conversa. Jane nos apresentou rapidamente e tratamos de contar sobre o "esplêndido" encontro que ocorrera. A filha de Plutão prontamente incluiu-se em nossa aventura, o que nos dava o total de três pessoas indo em busca da jóia de Psiquê. Só teríamos que passar pelos pretores e conseguir nossa autorização para partir em missão.

Por sorte, Julianne Engels fora perfeitamente compreensiva. Explicou-nos que o transporte infelizmente não seria cedido pelo acampamento, porém, teríamos dinheiro para contemplar os custos que teríamos. Optamos por nos locomover de ônibus, visto que Isabeau corria algum risco no céu, devido à rivalidade entre seu pai e Júpiter. Segui até meu quartel correndo. Arrumei uma mochila com alimentos, água e alguns itens. Estaríamos partindo logo.

itens levados:
 

Desculpa o post lixo. Sem tempo, tive que resumir isso ao máximo do máximo.
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Última edição por Andy Almeida em Qua Fev 27, 2013 6:49 am, editado 1 vez(es) (Razão : Devido à digitação no celular, ocorreram erros de escrita.)
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MensagemAssunto: Re: Cupid {Missão Dinâmica Externa para Isabeau, Andy e Jane}   Sab Mar 30, 2013 11:30 am

Cupid
Missão Dinâmica: Andy, Isabeau, Jane



As garotas estavam um tanto quanto apreensivas naquela viagem, talvez fosse algum tipo de pressentimento, ou apenas nervosismo natural de semideusas - afinal, nunca pode-se estar seguro fora dos limites do Acampamento Júpiter. O caminho até a rodoviária fora tranquilo, até demais, e agora já havia transcorrido cerca de meia-hora de viagem no ônibus.

Tudo teria sido fácil demais, não? Para semideusas, ainda sendo uma filha de um dos três grandes, as coisas não seriam tão fáceis assim. As três estavam tentando se distrair, conversando, quando o ônibus fez um barulho estranho e o motorista o conduziu para o acostamento depois de praguejar algo.

▬ Eu não esperaria sorte diferente... - murmurou uma das garotas.

O motorista pediu que todos os passageiros descessem para ele ver como resolver o problema o quanto antes e seguirem viagem, e assim todos fizeram, apesar das murmurações. Ao menos estavam a uns trezentos metros de um posto, onde também teria uma lancheria de rodovia. Também as garotas desceram, precisariam comprar algo para se alimentar, mas antes que pudessem realizar tal intento, tiveram companhia.

Na lancheria, encontraram duas figuras que no princípio a névoa as declarou como senhoras comuns, mas... Sempre tem um "mas" quando se trata de semideuses. As duas mulheres eram dracaenaes, e as garotas tiveram de atrair as monstras para fora do local para não machucar ninguém e para não chamar atenção. Como num bom faroeste, também, as coisas se resolvem do lado de fora.

• • •

Não que tivesse sido algo fácil, mas agora estava resolvido. Duas das garotas sentaram-se sobre a grama antes de voltarem ao ônibus, e uma delas notara algo entre as pilhas de pó fedido.

▬ Venham ver isso - ela pediu, e quando as outras se aproximaram, viram nas mãos delas um cartão. ▬ Hotel e Cassino Lótus... - ela leu, após uma dificuldade inicial devido à dislexia.

Não tinham ideia do que podia significar aquilo, mas acharam prudente guardar aquele estranho cartão. Afinal, era um "despojo de batalha", podia ser significativo encontrar tal cartão com um monstro.




Informações:
 


Boa sorte.


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