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Ficha de Reclamação para Semideuses e Sistema de Legados.
Ficha de Coorte.





















Seis meses se passaram desde que "o acontecimento" perturbou a paz do Acampamento Júpiter. Um titã invadiu o lugar até antes chamado “seguro”, trazendo consigo uma série de acontecimentos de cunho inferior, porém de grande importância também. Campistas e mais campistas haviam sumido, e uma única hipótese cunhava as ideias dos pretores: eles haviam se aliado a Saturno. As notícias não eram boas... Fillipo já não dormia direito havia quase um mês. A preocupação o assaltava durante o dia, os pesadelos vinham durante a noite. O receio de não ser um bom líder e a ansiedade pelo que estava por vir eram constantes companheiros. Martin, seu namorado centurião e fiel escudeiro, o ajudava com planos de batalha e pesquisava feitiços e encantamentos incansavelmente... Julianne parecia um pouco avulsa a tudo. Mais dura, mais rígida e ao mesmo tempo mais sentimental, parecia não ter superado o fato de que seu ex-namorado Brandon ter mudado de lado, em favor dos titãs. A pretora talvez achasse que havia esperança para ele. Um sentimento tão profundo que talvez nem ela mesma soubesse, a despeito de ser uma filha de Vênus. Os treinos haviam sido dobrados... E os centuriões passavam a exigir mais dos campistas de sua Coorte. O ritmo era acelerado, mas depois de meio ano passado, todos já haviam se acostumado. Filhos de deuses ligados à magia – como Mercúrio, Trivia e Angita – e que tivessem determinadas habilidades eram reunidos praticamente todos os dias para juntos encontrarem defesas e ataques mágicos que fossem eficientes. Aqueles que podiam ver o futuro, o passado e o presente, em especial o Áugure, tentavam interpretar suas visões. A alegria da nomeação dos pretores e as festividades que ocorriam quase sempre pareceu esmorecer de repente. Já não se viam pessoas rindo nas ruas. Estas mesmas pessoas estavam com armas e artefatos, treinando suas capacidades físicas, treinando seus poderes... Treinando... Casais eram vistos sempre juntos, como se não tivessem tempo a perder com a guerra iminente. Em Nova Roma, a transformação era ainda maior que no Acampamento Júpiter. A cidade todos os dias acordava cedo e todos os ex-legionários eram chamados aos treinos diários. Centuriões estavam exigindo que mesmo aqueles que fossem muito jovens ou muito idosos treinassem três vezes por semana, para o caso de precisarem. Os romanos não reclamavam. Pelo contrário, se empenhavam para defender seu amado lar. Mas nenhuma mudança era maior do que a expressão das pessoas. Enquanto os prédios se mantinham no lugar, a arquitetura magnífica se mantinha e a cidade se preparava para a batalha, as pessoas se preparavam inconscientemente para perder muitos de seus amigos e familiares, mesmo com a vitória. A batalha não seria simples e os semideuses e legados sabiam muito bem disso. Um sorriso era algo incrivelmente raro de se ver. Entre os legionários, olheiras e cansaço eram visíveis e tangíveis o tempo todo. Aqueles que tinham habilidades singulares eram vistos ainda mais acabados, exauridos de suas forças para controlar cada vez mais seus poderes. Por vezes, os pretores davam a ordem de convocar a Fulminata no meio da madrugada para um simulação surpresa. “É necessário estar preparado para tudo.” Era a declaração deles. Os legionários sonolentos concordavam e treinavam. Logo a maioria estava se acostumando a dormir pouco para recuperar a energia. Aqueles que possuíam talento com ervas vendiam energéticos a preços altos, e o estoque se esgotava rapidamente. Até mesmo alguns centuriões aderiram às compras massivas de energéticos. Certas pessoas ganhavam dinheiro com a guerra. Nova Roma estava tensa com a guerra. Mas ainda assim, havia uma chama que não poderia ser apagada. Nova Roma tinha esperança. A XII Legião Fulminata sabia que tinha uma chance. Eram legionários, eram semideuses, eram legados. Eram romanos. E a chama que ardia em seu peito era a esperança...


















































O Camp Jupiter RPG é baseado na saga "Os Heróis do Olimpo", de Rick Riordan. O conteúdo vem em maior parte de Wikis tematizadas na saga citada; os sistemas, testes, fichas, concursos, e poderes & habilidades, são de autoria de R. Rinehardt (Júpiter), F. Segheto (Mercúrio) e J. Esteves (Vênus), co-fundadores do RPG. Plágio ou uso indevido das informações contidas neste RPG serão notificados à Forumeiros, que tomará as providências cabíveis.

Aproveitando este ensejo, agradecemos a todos que colaboraram e colaboram com o CJRPG, seja admnistrando, moderando ou apenas jogando conosco. O nosso muito obrigado!


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 Aventura • Aleksander Morin | Ian Emmer Lemacks • The Scream

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Ian E. Lemacks
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MensagemAssunto: Aventura • Aleksander Morin | Ian Emmer Lemacks • The Scream    Qui Jan 10, 2013 2:51 pm

The dream and the blood red

Acordei desesperado, não sabia ao certo o porquê de tudo, mas de uma coisa eu tinha certeza, precisava muito entender este sonho. Eu corria escalando uma montanha, minhas mãos sangravam, sujava a branquidão da neve. Fitei o céu, uma enorme geada atrapalhava meu trajeto... Até que escorreguei caindo em um abismo profundo, minha voz se perdeu enquanto caia, nem um som emitia de meus lábios, por mais que forçasse minha garganta.

Enquanto caia uma voz, parecia de uma mulher era tão rouca e aguda, ela falava coisas repetitivas. As palavras dela ficaram em minha mente, me torturavam de um jeito que era impossível de se esquecer.

Na neve estará,
Vocês são os herdeiros,
Dois de meus poucos descentes,
Sejam rápidos, águias brancas na colina
Esperá por vocês.


Sem dúvidas era uma profecia e um chamado, não parecia ser difícil. Sentei sob o beliche, pus uma de minhas mãos na cabeça. Fechei os olhos para me concentrar, umedecia meus lábios e tentava decifrar aquele pedido.

— Na neve estará... — Fiz uma pausa, pois havia vários lugares com neve no mundo. — Herdeiros... Dois. — Só conhecia o Alek, centurião da Quinta Coorte como um descendente de Chione como eu. Sem dúvidas foi a própria deusa que me alertou no sonho.

Não importa o local, pois duas águias vão nos levar. Tinha que encontrar o filho de Mania logo, precisamos ajudar nossa avó, ou simplesmente ver o que pode estar acontecendo neste lugar. Não avisaria os outros Centuriões, pois teria que passar por uma avaliação extensa no Senado, perder tempo nunca era proveitoso.

Fechei os olhos, ajeitei no beliche cruzando as pernas. Ainda só estava de cueca boxer branca. Não sabia que horas era, mas a julgar pela luz podia ser pela manhã. Concentrei pensando no Alek, tinha que encontrá-lo, seria melhor do que sair em uma busca desenfreada pelo acampamento, tínhamos que ser rápidos.

O vi treinando no campo de Marte, parecia que ele instruía um novato com aquele jeitão estranho. Abri os olhos fazendo essa visão sumir de minha mente, procurei uma camiseta branca normal, uma calça jeans escura desbotada, com pressa vesti estas vestes. Coloquei uma blusa fina azulada por cima da camiseta branca, embainhei minha espada e meu gládio em cada lado de minha cintura. Enrolei em torno de mim uma blusa de puro algodão em tom branca, tinha uma toca que poderia auxiliar na grande geada que ocorreria.

Deixei uma carta para Nath, explicando sobre minha ausência, supliquei para que ela não falasse onde estava que inventasse uma desculpa qualquer. Rumei em busca do filho de Mania que treinava duro nos campos de Marte. Não saberia como explicar tudo para ele.

— Alek, precisamos conversar. — Disse enquanto adentrava no recinto em que ele se encontrava. Ele se aproximou o cumprimentei, falei tudo em tom baixo para que ninguém não nós escutasse.

— Então vamos? — Perguntei após explicar tudo para ele, esperava ansioso para sua resposta. Senti-me aliviado quando ele disse que me acompanharia. Com um sorriso na face dei as instruções:

— Se arme e me encontre na colina Oakland, mas não demore, por favor. — Pelos meus sonhos as paisagens da nossa saída eram parecidas com essa colina. Enquanto pensava na missão em si rumava para as colinas. Ao chegar esperei pelo legionário sentado, e ao mesmo tempo esperava pelo nosso transporte; as águias.

❄ ❄ ❄

Equipamentos Levados
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Habilidades Utilizadas
❄ (Mente, Consciência) Sensoriamento [Nível 19]
Essa habilidade permite aos filhos de Mens localizar um indivíduo através da mente, apenas se concentrando. Devem entrar em um estado de profunda meditação e concentração. Esse poder pode ser suprimido por barreiras paranormais, mas nunca por barreiras físicas (a distância não importa). Apenas detecta uma pessoa por turno. — Poder Passivo.


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MensagemAssunto: Re: Aventura • Aleksander Morin | Ian Emmer Lemacks • The Scream    Sex Jan 11, 2013 12:24 pm



The Scream



# Chapter One;

Lugar: Campos de Marte;

Clima: Ameno;

Com: Lilyan (NPC).
O
céu era tão bonito. Uma pena que ficasse tão longe, junto às estrelas, à Lua, ao Sol. Alek por vezes gostaria de ir lá no céu, olhar tudo de cima. Quem sabe assim, encontraria o lugar de seu sonho.

    Estava frio; absurdamente frio. Abriu os olhos; ou melhor, não abriu, mas acordou, fosse de um transe, um coma, ou qualquer coisa do gênero. Arqueou as sobrancelhas; ou melhor, tentou, pois não conseguia se mexer, o que fora constatado quando sentiu todos os músculos retesados numa espécie de prisão. Perscrutou o ambiente com o olhar, não que adiantasse muito, afinal tudo o que enxergava era algo cristalino, algo parecido com vidro. Algo estranhamente familiar e frio. Ah, claro, era gelo, do mais espesso e resistente. Aleksander Morin, legado de Chione, fora preso por seu próprio elemento.

    Pior que isso fora a profecia, ou apenas as palavras aparentemente em verso que chegavam sutilmente aos seus ouvidos. É claro, seria impossível esquecer daquilo, ainda mais após a sua repetição contínua. Quem falava? Ele não sabia e muito menos sabia se queria saber. A ignorância é muitas vezes um santo remédio. Mas estava mais do que claro quem incitava-lhe com um timbre doce, mas perigoso. Era mais do que claro que a própria Chione queria algo do jovem.


— Mais para esquerda. — instruiu, cutilando um espaço perigosamente perto da cabeça da novata. — Não, pra baixo. — continuou, com outro corte horizontal. — Flexione os joelhos. Agache-se mais. — A garota, até para sua própria segurança, obedeceu. Mas, depois, caiu sentada, pedindo uma pausa. — O.k., já chega. Obrigado, mas eu realmente estou cansada. — Realmente, ele não levara em conta que era uma legionária sem preparo. Sentiu-se ligeiramente culpado, coçando a cabeça e se desculpando.

E foi só ele se virar que encontrou um rosto familiar. Aquele era Ian, o único outro legado de Chione na Legião que Alek conhecia. Este veio até si e pediu um pouco de atenção para uma conversa. — É claro. — disse, dando de ombros. Se afastou um pouco da outra, para que ela não escutasse nada. Após Ian confirmar todos os pressentimentos do semideus, o filho de Mania sentiu um arrepio na espinha, mas tomou todo o cuidado para que parecesse apenas um de seus distúrbios. — Vamos. Acho que vai ser legal. — ironizou.

Logo, assentiu com a cabeça e foi em direção à sua Coorte. Precisava ser sutil, pois os pretores poderiam querer convocar uma reunião no Senado ao melhor estardalhaço. E isso significaria tédio.

[...]

Em não muito tempo depois, caminhava pelo Acampamento disfarçadamente. Estava com o mínimo possível de armas, apenas com um gládio na cintura e um cordão no pescoço. Nem mesmo a Coroa Mural estava com ele; deixara-a sobre a cama de Tallulah, embaixo do travesseiro - um sinal combinado entre os dois que dizia "Estou bem". É claro, ele deveria explicar tudo ao chegar, mas até lá havia muito tempo. Enquanto isso, só precisava se preocupar em ir até as colinas Oakland.

E lá chegando, encontrou o centurião da Terceira Coorte sentado. É claro, estava esperando por ele. Quando se aproximou, mal teve tempo de se sentar junto a Ian, pois ouviu uma espécie de piado ao longe. Seu cérebro logo engrenou, e Morin olhou para cima. As águias brancas; de um tamanho grande, asas extensas, penas pálidas. Parecia uma boa aventura. Assobiou, acenando para o meio de transporte dos dois.

Assim que elas pousaram, ele subiu na menor. Uma espécie de entendimento mútuo ligou o meio-sangue ao animal, talvez por conta de ser um "presente" de sua avó. Eu sou a mais rápida, revelou-lhe. O sorriso estampado em seu rosto dizia mais do que qualquer palavra. Sua ave tomou impulso e se ergueu, batendo as asas para continuar no ar. Aquilo era muito bom; o céu estava mais próximo.

Aleksander olhou para seu companheiro ainda no chão. — E então, Lemarcks? Você vem? — brincou, deixando que a águia gigante o levasse para onde deveria irr. É, a aventura começou.

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Ian E. Lemacks
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MensagemAssunto: Re: Aventura • Aleksander Morin | Ian Emmer Lemacks • The Scream    Sab Jan 12, 2013 11:50 am

The Scream

Quando ele chegou alguns segundos depois duas águias de tamanhos não comuns se aproximaram. Ele foi mais um que errou meu sobrenome colocando uma letra onde não devia, parecia mais ansioso que eu. Subi na ave gigante e a nossa pequena jornada começava.

Por um momento não liguei para as consequências de sair sem avisar do acampamento. A viagem seria longa não queria que ficássemos em silêncio, apesar de que querendo ou não ele era meu parente; um primo.

— Você vivia onde antes de entrar no acampamento? — Perguntei segurando firme no pássaro, senti que a velocidade aumentou, por um momento pensei que cairia e tudo acabaria antes mesmo de chegarmos ao local.

Filhos de Mania, eles geralmente tomavam atitudes estranhas em determinados aspectos. Será que ele era controlado? Não me assustei ao duvidar por um segundo do estado mental dele, até porque conheci outros filhos de Mania que não tinha nenhuma sanidade.

— Alek, depois quero planejar algumas coisas com você. — Fiz uma pausa. — Acho importante criarmos algumas estratégias, para não tomarmos decisões precipitadas. — Será que ele havia me compreendido? Ao tocar no meu peitoral percebi que havia esquecido minha insígnia de Centurião, pela primeira vez aconteceu este descuido. O sonho, o planejamento, essas coisas auxiliaram o meu descuido.

— Estou tendo alguns sonhos ultimamente, guerras, sangue... — Pensei por um instante. — Sonhos? São mais pesadelos... Mas não vou lhe importunar com isso. — Fechei os olhos para sentir o vento batendo em minha face, me senti um filho de Éolo voando sem rumo na imensidão.

Parecia que a viagem até o Canadá demoraria algumas horas, o que fazer para passar o tempo? Não podíamos chegar exaustos. Seria suicídio não descansarmos por alguns minutos. Tinha que pensar em uma maneira para relaxarmos, em breve viria às cãibras, o mal estar... Coisas chatas que deixam tudo mais difícil do que já é.

Depois de um tempo, meus olhos não aguentavam mais ficar abertos, o sono dominava meu corpo, deveria ser umas três horas da tarde e o sol queimava meu crânio, seria correto uma parada para descansarmos? Não poderia tomar uma decisão sozinho, o que me deixava muito desconfortável.

— Alek, vamos fazer uma parada? Não estou me sentindo bem. — Suspirei. — Mas se você não quiser, acho que dá para aguentar. — Esperei atentamente para a decisão dele. Eu só via vantagem em fazer uma pausa, até porque não éramos robôs.

❄ ❄ ❄

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MensagemAssunto: Re: Aventura • Aleksander Morin | Ian Emmer Lemacks • The Scream    Sab Jan 12, 2013 4:30 pm



The Scream



# Chapter Two;

Lugar: Rousenburg;

Clima: Frio;

Com: Ian.
E
nquanto a águia guiava os dois netos de Chione pelo espaço aéreo americano, Alek, por vezes, olhava para cima, procurando entre as nuvens o céu. Ele se se sentia tão próximo dele que tinha vontade apenas de estender a mão e tocá-lo; e realmente fez isso, mas não o tocou. Um dia, tocaria o céu. Isso era uma promessa.

Até lá, ele precisava se manter no chão, ou melhor, no ar, junto de Ian. Seu primo distante puxou conversa, mas ele resolveu ignorar num primeiro momento. Seu passado era um assunto delicado. Se lhe fosse questionado mais tarde, somente era mentir que o barulho dos voos não o permitiram ouvir. Ele tinha até certa criatividade para inventar situações, então não seria um problema. Ainda.

Quando Ian comentou sobre as estratégias, 'Sander novamente fingiu não ouvir. Aquele não era o lugar nem o momento propício para isto; afinal, até ali, agiram por impulso. Certo? Então por enquanto estava bom do jeito que estava, não precisaria se preocupar com isto. Aliás, a melhor coisa que Lemacks fizera fora não importunar o filho de Mania; que, embora controlado, poderia muito bem despertar sua loucura.

De qualquer jeito, aquilo estava mesmo tornando-se cansativo. As águias eram macias, mas a continuidade em cima delas poderia provocar machucados e feridas em lugares desconfortáveis. E, dessa vez, Emmer fora prestativo. Mesmo que uma parada fosse o melhor, quanto mais tempo ganhassem, mais rápido chegariam. O centurião direcionou um pensamento à sua criatura, ordenando que ela pairasse sobre um mesmo ponto. Alek olhou para a frente, mordendo o lábio inferior, e depois para baixo.

— Desça àquela cidadezinha. — pediu, apontando para baixo. — Eu... ainda quero um tempo aqui em cima. — esquivou-se de perguntas desnecessárias. Sem protestar, o outro descera. Alek fitou o caminho a sua frente. — Dê uma volta. Vejamos se esse lugar é seguro. — ordenou a Falks, a sua águia, dando espaço à sua personalidade calculista.

Depois de uma ronda, constatou que nenhum perigo imediato poderia alcançá-los. Todavia, algo à frente parecia estranho, e Aleksander sentiu-se incomodado com esse pressentimento. Ele incitou sua ave a prosseguir e logo pode ver a neve caindo. Uma nevasca, uma tempestade de neve. Realmente, seria mesmo melhor parar; afinal, tudo poderia ser uma armadilha para matá-los. Tudo está contra si, quando é um meio-sangue.

Voltou e pousou com sua águia num ponto um pouco afastado da pequena cidade, para não atrair olhares indesejados; para seu espanto, a ave se tornou um pingente de águia de asas abertas, totalmente branca. Prendeu o pequeno objeto em seu colar e rondou pelo lugar, até que o centurião da quarta coorte o encontrou com a mente, novamente. Provavelmente seriam suas habilidades de Mens agindo. O encontrou numa espécie de pousada ou albergue ou fosseoquefosse. Era simples, mas ele não necessitava de luxos em demasia. Não parou para absorver detalhes sobre o lugar, apenas subindo para seu quarto com rapidez.

Chegando lá, abriu as janelas, deixando que o ar frio entrasse e tomasse conta do ambiente, revigorando-o. — Bem melhor... — Se jogou numa cama um pouco menor, já que Ian era ligeiramente mais forte que ele. — Estou com fome. Veja se eles tem serviço de quarto, ou qualquer coisa assim. — comentou, tirando seu gládio do bolso e passando o dedo pelo fio, onde havia seu nome gravado. — Acho que vamos passar a noite aqui, por causa de uma forte nevasca mais ao norte. — explicou.

[...]

Pouco tempo depois, um serviçal faz-tudo bateu na porta, trazendo guloseimas para ambos. Alek serviu-se de chocolate quente (por mais irônico que pareça) e de pão com manteiga, presunto e salame. Ele imaginou que ali tivesse jantar, mas não queria ter que se encontrar com tanta gente. Ele tinha medo que sua loucura escapasse e estragasse toda a sutileza de até então.

Com uma fatia de salame a meio caminho de sua boca, abaixou a cabeça. — Alaska. — informou, respondendo à antiga indagação de Ian. Se eles iam passar um tempo juntos, era necessário haver confiança. — Eu vivia lá com meu avô. Nós viajávamos de avião até Boston, que era onde meu pai trabalhava há dois anos. — revelou, lembrando-se daquela noite. — O avião caiu, e só eu sobrevivi. Depois, é o de sempre: os lobos, Lupa, Acampamento Júpiter. — Ao final, torceu o lábio, mordendo a carne. — Desculpa. Não é um assunto que eu goste muito de falar.

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MensagemAssunto: Re: Aventura • Aleksander Morin | Ian Emmer Lemacks • The Scream    Qua Jan 16, 2013 1:03 am

The Scream

Ele havia me ignorado, que garoto estranho. Queria entender o que tinha feito para ele, talvez dissesse algo que não devesse, mas o que seria? Com um piscar de olhos poderia descobrir todos seus segredos na sua mente completamente perdida.

Se ele não fosse falar comigo, não ficaria tentando ter o mínimo de aproximação, ignorar as pessoas, não dizer absolutamente nada eram coisas o que eu sabia de fazer de melhor. Não disse nada, parecia que minha águia sabia o que fazer, desci até um ponto não muito visto da cidade.

Levei um pequeno susto quando ela se transformou em um pingente de cristal, suas asas ficavam abertas, guardei-a no meu bolso, odiava usar colares e afins. Fazia tempo que não andava em uma cidade, não era imensa como as capitais das quais fui acostumado durante minha infância, minha visita pareceu ser a atração da cidade.

Conforme caminhava por uma praça os habitantes não paravam de me olhar, confesso que senti-me um pouco evadido, não gostava deste tipo de comportamento. Puxei o casaco preso em meu corpo, com uma pequena dificuldade consegui vesti-lo.

O que fazer enquanto Alek se divertia pelos céus? Sentei em um banco, a brisa cortava minha pele. Talvez não tivesse tanta resistência quanto imaginava, mordi o lábio inferior. Queria entender meu sonho, de uma coisa tinha certeza nesta missão, nunca escalar uma montanha, não queria quebrar todos os ossos do meu corpo ao cair em um profundo abismo.

Lembrei-me de um episódio da minha infância, meu pai lia um jornal em uma praça londrina, como eu era bobo, tentava chamar a atenção dele me vangloriando pela minha bola perfeita de neve. Eu sei que era amado, mas não custava ter me dado um mínimo de carinho e atenção... Agora já não importava mais, nada mais importa, passado é passado, nunca vai ser mudado.

Fechei os olhos enquanto coçava singelamente meus cabelos, minha pele ficou fria em fração de segundos. Soltei um sorriso aleatório, era tão acostumado em fingir que meus risos nem tinham mais sentido. O que acontecia comigo? Por que cada dia que se passava sentia meu coração congelar? Havia de ter uma explicação, o que eu estava me tornando?

Fiquei paralisado observando algumas crianças brincando na neve entre alguns arbustos, sorriam e parecia ser tão sincero. Sinceridade; sempre fiz questão de enfatizar esta palavra, mas será que eu era sincero comigo mesmo? Eu não conseguia sentir, me esforçava em ser algo ou alguém agradável, mas sentir no pé da letra não conseguia; apenas queria sentir. Enjoei de ficar sentado na praça me autocriticando. Fechei os olhos e respirei fundo e respirei profundamente, aos poucos soltei o ar de dentro dos meus pulmões. Repeti este movimento algumas vezes. Minha mente ficou limpa, sem pensamentos, me permiti pensar no Morin.

Ele entrava em um albergue, consegui visualizar o nome em uma placa enorme que continha no local. Minha visão se quebrou com um berro que sofri mentalmente, não senti dor, apenas me assustei... Será que o Centurião da Quinta Coorte tinha um poder destes?

Firmei os pés no chão e rumei até onde o filho de Mania estava. Não tive nenhum tipo de dificuldade parecia que minha mente mostrava o caminho correto. Não tive erros, em apenas quinze minutos de caminhada o encontrei pedindo um quarto para nós.

Não era um local luxuoso, mas também não era uma espelunca; um lugar agradável por um dia. Subi as escadas sem pressa, afinal o mundo não acabaria naquele momento. Quando abri a porta um ar gélido passou por minhas espinhas que me fez contorcer intuitivamente, parecia que aquilo fazia bem para ele.

Deitou em uma das camas e queria que eu procurasse comida, acho que eu tinha uma placa no meu pescoço dizendo “serviçal”. Não iria me irritar a toa até porque também estava com fome.

Depois de um tempo finalmente podemos matar nossa fome, eu fiquei abismado; como que alguém comia pão com manteiga, presunto e salame? Não me permiti em imaginar o gosto, pois não seria agradável. Cortei um pedaço de bolo de fubá da mesa, não havia coisa melhor para me abastecer.

Alaska? O que tem o Alaska? Imediatamente ele explicou um pouco sobre da onde veio e fez uma síntese da sua história. Não era um assunto que Alek gostava de falar, acho que alguém finalmente tinha entendido que tínhamos que nos unir.

— Sou Irlandês, nasci em Dublin. — Fiz uma pausa enquanto caminhava até a cama que me sobrou. — Mas vivi grande parte da minha vida em Londres, cheguei ao acampamento em uma águia gigante de gelo. — Coloquei meu armamento sobre a cama. — Não sei se meu pai está morto... — Deitei na cama tirando meus sapatos.

— Temos que ir para as montanhas, foi lá que vi minha morte. — Soou irônico, mas tinha que encarar a realidade, talvez toda a situação fosse pra este fim. Não queria me sentir culpado por tê-lo um fim ao chamá-lo... Mas não era hora de sentir receios, tudo daria certo; um bom pensamento positivo movia montanhas, por mais clichê que fosse.

— Quer saber algo de mim? — Sorri ligeiramente. — Percebi que você não fala muito. Não que seja algo ruim, apenas vi isso.

O tempo passou não notei nada ao redor, acho que por um momento ignorei o filho de Mania. Caso ele se sentisse ofendido seria uma amostra do que senti antes, na realidade havia pegado no sono.

Toquei as pontas dos meus dedos no chão frio ao levantar da cama, ainda a sonolência comandava meu corpo. Meu coração palpitou ao ver dois cães completamente negros, seus olhos brilhavam intensamente em um tom avermelhado. Não conseguia visualizar seus orbes, apenas paralisei se eu gritasse pelo Morin eles avançariam e isso no momento não era o que eu queria.

Fitei o garoto na cama, mandei um mensagem telepática, na realidade gritei na mente dele chamando por seu nome. Alek acordou assustado, a sua movimentação fez com que os cachorros corressem em nossa direção. Foquei por um segundo neles enquando pulava sob nós. Movimentei os olhos lançando-os para trás, elevei a mão direita os precionando contra a parede.

Se mexiam com fúria e com a alta força física seria exaustio continuar prendendo eles contra a parede. Esperava que o Centurião fizesse algo, pois em algum tempo as coisas ficariam conturbadas.

Equipamentos Levados
❄ Gládio Fulminata [Simboliza a entrada na XII Legião Fulminata. Na lâmina, gravado: "Ian Emmer Lemacks - IV Coorte".]
❄ Safira [É uma espada feita de prata comum, cravejada com safiras em tua lâmina, que ao contato com seu dono brilham intensamente em uma coloração azulada. Uma vez por missão ela aumenta progressivamente sua capacidade em fazer danos, assim dando mais chances de um maior ferimento por corte devido ao impacto.]

Habilidades Utilizadas
Passivas

❄ (Mente) Telepatia I [Nível 01]
É a habilidade de perceber e interagir com as vibrações mentais, comunicando-se através da mente e canalizando uma grande parte de poderes através dessa habilidade. A telepatia é a mais importante habilidade de um filho de Mens.
❄ (Gelo) Resistência Gélida [Nível 01]
Resistência a quaisquer ataques relativos ao gelo e ao frio. O semideus não sente frio quando exposto à temperaturas baixas. Lembrete: resistência não é imunidade. Quando o utilizador do poder é mais fraco (em níveis) do que o meio-sangue, o poder não tem efeito; quando é o inverso, o poder tem metade do efeito cancelado.
❄ (Mente, Consciência) Sensoriamento [Nível 19]
Essa habilidade permite aos filhos de Mens localizar um indivíduo através da mente, apenas se concentrando. Devem entrar em um estado de profunda meditação e concentração. Esse poder pode ser suprimido por barreiras paranormais, mas nunca por barreiras físicas (a distância não importa). Apenas detecta uma pessoa por turno.

Ativa


❄ (Mente) Telecinese IV [Nível 22]
Esse poder permite que os filhos de Mens projetem seus poderes para utilizar Telecinese sem a necessidade de ver aquilo que desejam mover. É um avanço significativo e muito útil. Podem levitar a si mesmos (mais alto e mais rápido que antes) e, enquanto isso, mover objetos e criaturas pesadas. É o auge de suas capacidades telecinéticas.



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MensagemAssunto: Re: Aventura • Aleksander Morin | Ian Emmer Lemacks • The Scream    Seg Fev 11, 2013 6:01 pm



The Scream



# Chapter Three;

Lugar: Rousenburg;

Clima: Frio;

Com: Ian.
O
conhecimento do colega era necessário - assim como o entendimento mútuo - se queriam chegar ao final daquela missão suicida vivos. Mesmo assim, Alek não pressionou Ian e muito menos fez perguntas. Se ele não falou, não iria exigir ou tocar em assuntos desagradáveis - como queria que fosse feito consigo.

— Hm, não. — respondeu-lhe, encarando o teto. — Está tudo bem. — falou, embora não fosse necessário, pois, quando voltou o olhar ao colega, viu o jovem de olhos fechados, dorminhoco. Sorriu e riu baixinho, ficando feliz por alguém ali estar bem. — E vou seguir seu exemplo.

[...]

Não muito tempo se passou após ele fechar os olhos antes de um grito telepático chegar à sua mente. Era uma espécie de pedido de socorro e, achando que era um pesadelo, Morin acordou sobressaltado. Péssimo momento para tal. A primeira coisa que seus olhos captaram foi o preto; depois, as bolinhas vermelhas; depois, as bolinhas vermelhas piscaram. "Droga", xingou.

Num movimento rápido - ou tão rápido quanto poderia, considerando que acordara há pouco -, esticou o braço para o chão, onde seu gládio encontrava-se caído. Entretanto, as duas feras infernais voaram em sua direção; por sorte, o companheiro conseguiu ter uma atitude mais veloz e usar de seus dons mentais.

— Deuses —, sussurrou, assutado, vendo as duas formas prensadas à parede. Rapidamente, sentindo que o poder de Emmer não teria um efeito tão duradouro, 'Sander invocou o gelo ao redor de suas mãos, como duas luvas, e o lançou para frente. Assim, as duas mãos foram em direção ao pescoço de ambos os cães, segurando-os como se fossem de um homem grande.

Os olhos de Morin tornaram-se azul-claro enquanto ele utilizava seus dons gelados, e o próprio Alek sentiu-se melhor ao sentir a brisa gélida da tempestade de neva entrar pela janela. — Não vou conseguir fazer isso sozinho. — informou, cerrando os olhos, aumentando a intensidade de aperto ao redor da garganta dos caninos.

Assim, ele procurou asfixiá-los, decapitá-los ou sabeseoquelá-los, mas sabia que não seria o suficiente sozinho para acabar com a raça de ambos os cães infernais. Precisava que Ian aproveitasse aquele momento onde as feras se debatiam para esfaqueá-las, dando um fim àquele transtorno.

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MensagemAssunto: Re: Aventura • Aleksander Morin | Ian Emmer Lemacks • The Scream    Sex Maio 03, 2013 5:29 pm

Avaliação
Ian E. Lemacks Sua narração está muito boa. Embora houvessem alguns pontos aqui e ali que devesse tomar mais cuidado, interpretou bem sua característica de legado de Chione e filho de Mens. Achei seu post bastante interessante.
Recompensas: 340 XP 100 denários
Monóculo da Verdade [Um monóculo feito de cristal, aparentemente simples, que se encaixa perfeitamente ao olho do semideus-legado. Ao ser colocado no rosto, revela se um personagem está mentindo ou escondendo alguma informação importante, revelando-a na forma de alguma imagem, mas que conta com uma peculiaridade: nem sempre a imagem é clara, mas sempre é verdadeira. Também pode ser usada para ver duas vezes mais longe que o normal, e detectar grandes concentrações de poder meio-sangue. O resto do tempo, pode ser usado no pescoço, como um colar comum.]
Aleksander Morin Percebi que focou muito mais na parte de legado, mesmo com um item permitindo-o pensar mais claramente, do que na parte semideusa em suas postagens. As características de Mania são muito mais fortes do que a personalidade gélida de Chione, por conta do sangue: descende diretamente da deusa da loucura. Traços da parte legado é que devem se adequar à sua personalidade de filho de Mania. Fora isso, gostei bastande de sua narração, foi bem interessante e criativa.
Recompensas: 240 XP 90 denários
Faca Infernal [Uma faca com cabo negro, tem a lâmina formada por um dente de cão infernal. Se um ataque com essa arma for bem sucedido, causa entre 5 e 20 pontos de dano no próximo turno. A vítima, então, fica imune a esse efeito por 24 horas, mas pode receber dano normal. Nunca perde o fio e destrói qualquer bainha em que é colocada. Deve ser guardada com uma bainha negra especial, feita de pelo de cão infernal.]
Senatus Populusque Romanus

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Credo ego potest volare.
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MensagemAssunto: Re: Aventura • Aleksander Morin | Ian Emmer Lemacks • The Scream    

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